Miranda do Douro: Município vai plantar um “pulmão verde” na cidade

O município de Miranda do Douro vai investir cerca de um milhão de euros na reflorestação do parque do rio Fresno e com a plantação de espécies autóctones pretende criar um “pulmão verde” da cidade, informou a presidente da câmara municipal, Helena Barril.

“Com este projeto, pretende-se potenciar a promoção dos valores naturais, a valorização das áreas protegidas, das paisagens e da biodiversidade, privilegiando as espécies autóctones e dos serviços dos ecossistemas neste espaço da cidade”, explicou Helena Barril.

O município de Miranda do Douro pretende com este projeto potenciar a promoção dos valores naturais, a valorização das áreas protegidas, das paisagens e da biodiversidade, privilegiando as espécies autóctones e dos serviços dos ecossistemas.

“Abraçámos este projeto com todo empenho e carinho e sentimos que este projeto é urgente para o concelho. Tendo em conta o aquecimento global, plantarmos árvores e criarmos um “pulmão verde” na cidade faz todo o sentido para amenizar os efeitos de estufa”, vincou a autarca social-democrata.

Esta intervenção abrange os terrenos envolventes do rio Fresno que atravessa Miranda do Douro, onde serão plantadas espécies como carrascos, olmos ou freixos.

Nas margens do rio Fresno que atravessa Miranda do Douro, vão ser plantadas espécies como carrascos, olmos e freixos.

“Com este projeto pretendemos promover o território assente nos princípios de sustentabilidade, com a valorização da paisagem, dos recursos endógenos, do património natural e cultural e beneficiar as comunidades locais e construir pontos de atração para os visitantes e residentes”, enfatizou Helena Barril.

O município de Miranda do Douro pretende ainda colmatar algumas falhas provocadas por anteriores projetos de reflorestação com espécies não autóctones, como aconteceu por todo o planalto mirandês.

O projeto ambiental está avaliado em mais de um milhão de euros e ´é totalmente financiado por Fundos Europeus e cuja candidatura foi aprovada.

Fonte: Lusa

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