No âmbito da iniciativa “Peregrinos por um dia”, que junta mensalmente portugueses e espanhóis em peregrinações nos dois lados da fronteira, a paróquia de Miranda do Douro informa que estão abertas as inscrições para a caminhada entre Villalcampo e Castro de Alcañices, agendada para o sábado, dia 28 de maio.

A próxima peregrinação está agendada para o dia 28 de maio, entre Villalcampo e o Castro de Alcañices e o percurso tem uma distância de 17 km. (DZ)
As obras de construção do mosteiro de Santa Maria, Mãe da Igreja, em Palaçoulo, recomeçaram a 3 de janeiro e vão prolongar-se por vinte meses, até setembro de 2023.

A colocação e bênção da primeira pedra da Igreja do Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja, em Palaçoulo, Diocese de Bragança – Miranda vai decorrer no dia 24 deste mês de maio.

No dia 4 de maio, o grupo de amigos Sérgio Diz, Dilar Neto, Luis Miguel Ventura e Nuno Martins iniciaram uma peregrinação, a pé, de Miranda do Douro até ao Santuário de Fátima, onde chegaram no dia 12 de maio, após percorrerem 400 quilómetros, numa aventura inesquecível de nove dias de caminhada, que exigiu um grande esforço e durante a qual os peregrinos aprofundaram a fé e a amizade entre eles.

Milhares de peregrinos de todo o país dirigem-se para o Santuário de Fátima, para celebrar o 13 de maio. (flickr)

É o amor que faz novas todas as coisas. É pelo amor que fomos criados. E é no amor que somos. E é para amar que estamos aqui nesta terra. Tudo o mais são distrações.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) refere, em comunicado, que a operação «Peregrinação a Fátima 2022» vai decorrer até 15 de maio e tem como objetivo “contribuir para o aumento da segurança rodoviária e dos peregrinos”.

A Festa em Honra de Nossa Senhora da Luz realiza-se no último Domingo de abril. (HA)

No fim-de-semana de 23 e 24 de abril, milhares de portugueses e espanhóis dirigiram-se ao Santuário de Nossa Senhora da Luz, em Constantim, para participar na festa em honra de Nossa Senhora da Luz.

Dói-nos muitas vezes a rotina de todos os dias e a ausência de fruto. Mas já nos perguntámos se estamos a lançar as redes onde o Senhor nos pede? Se voltamos ao mesmo de sempre, é expectável que as nossas ações não deem fruto. Temos de escutar o Ressuscitado que nos diz onde pescar.

Jesus aparece diante daqueles que o traíram e o abandonaram, e a sua primeira palavra é «Paz». É esta a grandeza do nosso Deus: diante da nossa infidelidade, Ele surge como amor que perdoa; diante da nossa timidez, vergonha e fuga, o nosso Deus sai à procura dos seus filhos para conceder a paz.

Cristo visita os abismos da morte para garantir uma só coisa: nenhum lugar, condição ou pessoa estão fora do alcance e da presença de Deus. Nenhuma experiência é desconhecida do nosso Deus.

Todos somos círio e a graça de Deus é a chama que nos habita, a chama que nos permite iluminar, aquecer, confortar, esperançar, alegrar o outro.

Segundo o pároco de Miranda do Douro, o padre Manuel Marques, a Páscoa é a festa das festas e não existe celebração mais importante no calendário cristão. (HA)

Após o Domingo de Ramos, em que houve a Procissão dos Ramos desde à histórica porta do Castelo até Concatedral de Miranda do Douro, as celebrações recomeçam esta Quinta-feira Santa dando assim início ao Tríduo Pascal.

Com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém inauguramos a Semana Maior, a Semana Santa. (…) Entremos nestes últimos dias particularmente conscientes da fugacidade das nossas vitórias terrenas. Honra, sucesso, poder e seus congéneres de nada valem quando o coração não está orientado para o bem.

Este «escrever na terra» foi como se Jesus colocasse um espelho diante da assembleia e nele todos tivessem reconhecido a sua atual imagem, uma imagem desfigurada pelo pecado próprio. Os Padres da Igreja chegam a afirmar que Jesus escreveu na terra alguns dos pecados daqueles que estavam diante d’Ele.

O Deus da fé, aquele que Jesus nos ensinou a chamar Pai, é este pai da parábola, um Pai que sai amorosamente em busca dos seus filhos. É um Pai que tem paciência para com aquele que se afasta e que busca aquele que é incapaz de perdoar o irmão.

Reconheçamos o poder desfigurador da Criação que o pecado tem. E assumamos a nossa responsabilidade ao sermos cúmplices do pecado. Não imputemos a Deus aquilo que se resume a consequências das nossas más escolhas.

A paróquia de Miranda do Douro e a delegação de religiosidade popular da diocese de Zamora realizaram uma peregrinação conjunta da concatedral de Miranda do Douro até ao Santuário de Nossa Senhora da Naso, para aí rezar pela paz na Ucrânia.

Cerca de 100 peregrinos portugueses e espanhóis percorreram 16 quilómetros, entre Miranda do Douro e o Santuário de Nossa Senhora do Naso, para rezar pela paz na Ucrânia. (HA)

Deixemo-nos tocar pela Transfiguração de Jesus. Vejamos nele o culminar de toda a história de salvação de Israel, de um Deus que nos liberta das garras da opressão apontando o Filho como caminho. Arrisquemos reconhecer neste Jesus, que fica só, o Eleito de Deus, o seu Filho amado, e, como nos pede o Pai, escutemo-lo. O que terá Ele para nos dizer esta Quaresma?

Cristo recusa todo o atalho na vida, ignorando a satisfação da necessidade imediata, rejeitando o domínio sobre todas as nações se este se funda na adoração da mentira e declinando o convite a seduzir a Humanidade pela demonstração do seu poder.

Na mensagem para a Quaresma, o Administrador da Diocese de Bragança-Miranda, Monsenhor Adelino Fernando Paes, convida os fiéis católicos a contribuir, através da renúncia quaresmal, para a Caritas da Ucrânia e para a nova fase de construção da Casa Pastoral, em Bragança, onde os sacerdotes mais idosos irão viver.

A Paróquia de Santa Maria Maior, em Miranda do Douro, vai realizar no serão desta sexta-feira, 4 de março, pelas 21 horas, uma vigília de oração pela paz na Ucrânia, acompanhada de uma recolha de bens para ajuda humanitária.

«Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos» (Gal 6, 9-10a).

Na sabedoria do Antigo Testamento, o «fruto» é uma metáfora clássica para a ação humana: com os nossos gestos e feitos, revelamos a nossa interioridade.

O que Cristo nos diz é: desarmem, interrompam e denunciem, com gestos de amor e confiança em Deus, o círculo vicioso de violência. Todo o mal que fazemos, até quando nos sentimos justificados, alimenta somente a dinâmica de destruição, medo, imprevisibilidade, caos. A violência nada resolve.

A irmã Rita Ornelas queria ser professora de Educação Física, desde a sua infância, mas acabou por encontrar no desporto a sua vocação religiosa.

Pela ação do Espírito, a Palavra deve ecoar de forma distinta em cada um de nós. E como São Paulo nos indica, esse eco deve levar-nos à ação.

São João, ao relatar que falta vinho, aponta algo bem mais grave que um problema logístico. Diz-nos que não há efusividade, que não há alegria. É essa a carga simbólica do vinho. O que está diante de nós é a imagem de uma festa da Humanidade em que não há alma. Quem poderá vir em auxílio dos convivas?

Nós queremos ser tidos por puros e aquele que é sem pecado coloca-se entre os pecadores. Por vezes, evitamos até o convívio com aqueles que não vivem à altura dos nossos ideais de santidade, quando o único verdadeiramente Santo, Jesus, procura a companhia dos pecadores.

Dom José Cordeiro presidiu no Domingo, dia 2 de janeiro, na concatedral, à celebração da solenidade da Epifania do Senhor e nesta sua vinda a Miranda do Douro, o município agraciou-o com a Chave da Cidade, em sinal de gratidão e reconhecimento pelos 10 anos ao serviço da diocese de Bragança-Miranda.

Na chegada a Miranda do Douro, Dom José Cordeiro foi recebido no salão nobre da Câmara Municipal de Miranda do Douro, pela presidente, Helena Barril e a sua equipa executiva, o pároco Manuel Marques e a diretora do Museu da Terra de Miranda, Celina Pinto. (HA)

Qual é a grande mensagem que este Deus que se faz Menino tem para nós? É João quem, no Evangelho, nos aponta a grande revelação: desde o início de tudo que Jesus está, é Ele quem é a vida, e a vida é a Luz dos homens.

Atualmente integram a congregação 150 membros distribuídos por 30 comunidades, que se dedicam a várias obras sociais, com incidência na educação, no apoio à juventude em risco e à terceira idade. (Ecclesia)

As Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado, congregação criada na primeira metade do século XX, na diocese de Bragança, cidade onde tem sede, anunciou a eleição da irmã Emília Seixas como Superiora Geral para o próximo triénio.

Atualmente, a Congregação das Servas Franciscanas Reparadoras está presente em Portugal, Angola, Brasil e Moçambique. (Ecclesia)

A Congregação das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado (SFRJS) está em Capítulo Geral, de 17 a 22 deste mês, na cidade de Bragança, um encontro “de restruturação, avaliação e de análise” onde vai ser eleita uma nova superiora geral.

As obras vão iniciar-se a 3 de janeiro e prolongam-se por 20 meses. (HA)

As obras de reconstrução do mosteiro de Santa Maria, Mãe da Igreja, em Palaçoulo, vão recomeçar a 3 de janeiro e vão prolongar-se por vinte meses, até setembro de 2023, data em que o mosteiro estará concluído, informou a superiora das Monjas Trapistas.

Façamo-nos presentes, de forma criativa e amorosa, na vida daqueles que nos rodeiam, sejam estes familiares, companheiros de estudo ou de trabalho, ou desconhecidos com quem nos cruzamos na rua.

«Na partilha daquilo que tenho, na forma como sirvo, em casa e no trabalho, de que forma sou testemunha de um Deus que é bom, que se faz presente e que está connosco?»

No sábado, dia 13 de novembro, voltou a realizar-se a atividade “Peregrinos por um dia”, uma iniciativa organizada pela delegação de religiosidade popular da diocese de Zamora e as paróquias de Miranda do Douro e de Quintanilha e que junta portugueses e espanhóis em peregrinações mensais, nos dois lados da fronteira.

A chegada dos peregrinos à Igreja de São Pedro, em Carbajales de Alba (Zamora). (HA)

As Irmãs da Ordem Cisterciense da Estrita Observância (OCSO), conhecidas como monjas trapistas, chegaram a Portugal em outubro de 2020, para fundar o novo Mosteiro de Santa Maria, Mãe da Igreja, em Palaçoulo, um local que já é uma referência de oração e de trabalho, com a identidade do Evangelho. (por Hugo Anes)

A comunidade das Irmãs Trapistas, em Palaçoulo. (HA)

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