Freixo de Espada à Cinta: Encontro de universidades seniores do nordeste transmontano

Freixo de Espada à Cinta: Encontro de universidades seniores do nordeste transmontano

A 9 de junho, a vila de Freixo de Espada à Cinta acolhe o encontro anual de Universidades Seniores do Nordeste Transmontano, numa iniciativa que vai reunir 10 associações e tem como objetivos valorizar políticas de apoio à terceira idade, o combate ao isolamento e a promoção do envelhecimento ativo.

«O Município de Freixo de Espada à Cinta continua a trabalhar para desenvolver e valorizar políticas de apoio à 3ª idade, de combate ao isolamento e de promoção do envelhecimento ativo, sendo prova disso a organização deste tipo de iniciativas e também as atividades dinamizadas e onde participam a nossa Universidade Sénior e o nosso projeto “Aldeias Ativas”», informa o município.

No encontro vão participar as universidades seniores de Freixo de Espada à Cinta, Alfândega da Fé, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Miranda do Douro, Macedo de Cavaleiros, Torre de Moncorvo, Mirandela, Mogadouro e Vinhais.

O IX Encontro das Universidades Seniores do Nordeste Transmontano, em Freixo de Espada à Cinta prevê reunir centenas de pessoas séniores.

O programa de atividades inclui visitas os museus e à zona histórica da vila, assim como as apresentações culturais das respetivas associações.

No final do encontro vai realizar-se a passagem de testemunho para a Universidade Sénior que organiza o evento, em 2027.

Fontes: Lusa e MFEC

Educação: Projeto «Cáritas na Escola» chegou a quase 15 mil alunos

Educação: Projeto «Cáritas na Escola» chegou a quase 15 mil alunos

A Cáritas Portuguesa apresentou o primeiro relatório do projeto ‘Cáritas na Escola’, tendo envolvido 14 800 alunos, 240 escolas e 488 professores apostados em escutar os jovens, abordar temas do quotidiano em metodologias de educação não formal e ajudar a desconstruir preconceitos.

“Estamos a usar os nossos preconceitos para organizar estas iniciativas. E aquilo que temos aprendido com os jovens é que eles têm muito mais para nos dar na organização destes temas: quando começamos a ser mais próximos, também aprendemos sobre as suas necessidades, quais são os temas que os desafiam e aproveitamos para responder dúvidas, canalizar energias”, explicou à Agência ECCLESIA Rita Valadas, presidente da Cáritas Portuguesa.

Em sessões organizadas inicialmente por equipas Cáritas, os alunos maioritariamente aas disciplinas de Educação Moral e Religiosa Católica e Cidadania e Desenvolvimento, são convidados a debater temas como migrações, sustentabilidade, igualdade de oportunidades, mas também pobreza e voluntariado, abordando áreas temáticas que podem cruzar também Geografia ou História.

“Ir às escolas e ver o que é que as escolas precisavam, o que é que desafia os miúdos e o que é que é importante para eles, que se discuta de forma abertamente, para que eles possam incorporar temas no seu conhecimento e na sua forma de estar. Cada escola escolhe os temas, e marca o seu ritmo com a equipa Cáritas, procurando desenvolver valores próximos da ação da Cáritas e da Igreja”, explica ainda Rita Valadas.

Sérgio Fernandes, da Cáritas diocesana do Funchal, que no último ano envolveu 11 escolas do território, regista uma participação crescente no projeto e a importância da educação não formal no crescimento de futuros cidadãos.

“A intervenção do Caritas na Escola em cada ciclo é diferente, adequada à idade e nós acreditamos que, quanto mais cedo, transmitirmos valores que fazem parte da missão Caritas, melhor para a formação de cidadãos futuros. Educar para a cidadania, é complementar à escola, esbatendo dificuldades da própria instituição, e a educação não formal terá cada vez mais importância no ensino atual e no ensino futuro”, indica.

Sira Lopes, responsável pelo «Projeto B!Equal-E9G (integrado no Programa Escolhas) da Cáritas Arquidiocesana de Braga, dá conta de um projeto criado pelos alunos para combater o desperdício alimentar, criado depois de um debate na escola.

“Os debates ajudam as crianças e jovens a participar de forma ativa e os resultados que nós temos são participações em voluntariado, projetos que surgem. Na última sessão surgiu a ideia de combater o desperdício e criar uma brigada na escola contra o desperdício nas cantinas que acaba por ir para o lixo. O facto de levarmos a Cáritas à escola e falarmos dos nossos valores, da nossa missão, faz com que estas crianças cresçam com valores”, sublinha.

A técnica da Cáritas de Braga reconhece ainda a capacidade de os jovens levarem os temas abordados para a casa e serem também motores de mudança em casa.

“Nem todas as famílias vão abraçar estas temáticas, mas muito do feedback que nós fomos recebendo, dá conta de temas levados para casa e respostas das famílias. Podermos quebrar alguns estereótipos que as próprias famílias têm, mostra o quão importante é os jovens crescerem com informação”, explica.

Helena Domingues, gestora de projeto da área de Intervenção social da Cáritas Portuguesa, que desenvolveu diversas sessões em escolas nas 20 dioceses onde o projeto foi apresentado, destaca a vontade de participação dos jovens e de a sua voz ser escutada.

“Dentro do contexto de sala de aula há muita sede para participar. Os alunos, desde o primeiro ciclo ao ensino secundário, respondem muito bem a este desafio, quando nós pedíamos para participar nos debates, nas atividades que apresentamos, as dinâmicas em sala de aula, há muito esta vontade e esta recetividade por parte tanto dos alunos como dos professores”, traduz.

A rotatividade do corpo docente e a escassez de recursos desafia o projeto «Cáritas na Escola» a apostar em «embaixadores» que continuem a apostar no projeto nos estabelecimentos de ensino, promover “formação contínua através dos workshops”, “renovação pedagógica” procurando cruzar a “atualidade” e o seu compromisso com “o enquadramento pedagógico com as políticas públicas na área da educação vigentes no contexto nacional”.

Fonte: Ecclesia

Fonte de Aldeia: Fim-de-semana de festa em honra da Santíssima Trindade

Fonte de Aldeia: Fim-de-semana de festa em honra da Santíssima Trindade

No fim-de-semana de 30 e 31 de maio, a localidade de Fonte de Aldeia celebra a festa em honra da Santíssima Trindade, uma romaria muito participada pelas comunidades paroquiais do sul do concelho de Miranda do Douro e cujos maiores destaques são as procissões para a capela da Santíssima Trindade, a eucaristia e as tradicionais rondas.

Este ano, a festa em honra da Santíssima Trindade, em Fonte de Aldeia, inicia-se na tarde de sábado, dia 30 de maio, com animação e o arraial.

No dia seguinte, Domingo, 31 de maio, dia maior da festividade em honra da Santíssima Trindade, a festa recomeça com a alvorada e o peditório pelas ruas da aldeia, acompanhado pela música da Banda Filarmónica Mirandesa.

Às 13h30 inicia-se a procissão da igreja matriz em direção à capela da Santíssima Trindade, onde às 14h30, é celebrada a eucaristia. Na Igreja Católica, a solenidade da Santíssima Trindade ensina a contemplar Deus como uma trindade ou comunidade de amor: Pai, Filho e Espírito Santo. “Deus é uma trindade de pessoas distintas, porém unidas no amor”.

Santíssima Trindade é também o nome da Unidade Pastoral que compreende as paróquias de Sendim, Atenor, Teixeira, Palaçoulo, Prado Gatão, Águas Vivas, Duas Igrejas, Freixiosa, Vila Chã de Braciosa, Picote e Barrocal do Douro razão pela qual a festividade reúne habitualmente pessoas de todas estas comunidades.

A festa em Fonte de Aldeia, tem ainda uma peculiar tradição que são as rondas à volta da capela da Santíssima Trindade, protagonizadas pelos grupos das várias localidades.

Ao final da tarde de Domingo, às 18h00, realiza-se a procissão de regresso à igreja matriz em Fonte de Aldeia. No serão, a festa em honra da Santíssima Trindade termina com um arraial, este ano animado pela Banda Triângulo.

HA

Águas Vivas: Caminhada para a Festa da Santíssima Trindade

Águas Vivas: Caminhada para a Festa da Santíssima Trindade

Na manhã de Domingo, dia 31 de maio, a população de Águas Vivas, no concelho de Miranda do Douro, realiza-se a já tradicional caminhada “Augas Bibas an Mobimiento”, desta vez até à capela da Santíssima Trindade, em Fonte de Aldeia, para celebrar a festa religiosa, num programa que inclui uma merenda e almoço convívio.

A caminhada é organizada pela Associação Cultural e Recreativa de Águas Vivas (ACRAV) e começa com o acolhimento aos participantes, às 9h00, junto à sede da associação.

A partida para o passeio pedestre de cerca de 7 quilómetros até Fonte de Aldeia, está agendada para as 9h30, sendo que a meio do percurso está prevista uma merenda e na chegada à capela da Santíssima Trindade, os caminhantes têm aí direito a um almoço convívio.

Às 14h30, os caminhantes participam na eucaristia alusiva à Solenidade da Santíssima Trindade. Atente-se que no fim-de-semana de 30 e 31 de maio, a localidade de Fonte de Aldeia celebra a festa em honra da Santíssima Trindade, uma romaria muito participada pelas gentes do sul do concelho de Miranda do Douro.

Após a celebração religiosa, às 15h30, os caminhantes de Águas Vivas fazem o percurso de regresso a casa.

As inscrições para a Caminhada “Águas Bibas em Movimento” podem ser feitas no Café da ACRAV ou através dos seguintes contatos telefónicos: 969 503 715 ou 936 875 583.

A inscrição na caminhada tem um custo de 5 passos para os associados da ACRAV e 10 passos para os não sócios.

HA



Santulhão: I concurso de Ovinos e Caprinos do Planalto

Santulhão: I concurso de Ovinos e Caprinos do Planalto

Na manhã de sábado, 30 de maio, realiza-se em Santulhão, o I Concurso de Raças Autóctones de Ovinos e Caprinos do Planalto, um certame inserido na Feira do Azeite, que tem como propósitos incentivar a pastorícia e preservar as raças de ovelhas e cabras existentes no planalto mirandês.

O concurso das raças autóctones decorre no exterior do Centro de Promoção dos Produtos e Tradições de Santulhão, onde no fim-de-semana de 30 e 31 de maio, se realiza IV Feira do Azeite e da Oliveira Santulhana.

Com este I Concurso das Raças Autóctones de Ovinos e Caprinos pretende-se reunir os criadores do concelho de Vimioso, para em conjunto com as associações destas raças, iniciar o processo de melhoria genética dos animais. O concurso é também um incentivo à pastorícia e ao cuidado dos criadores, para que selecionem e sejam premiados pelos seus melhores animais”, justificou o presidente da freguesia de Santulhão, Adrião Rodrigues.

O I Concurso de Ovinos e Caprinos do Planalto conta com a participação de criadores das raças ovelha churra mirandesa, ovelha churra bragançana branca e preta, ovelha terrincha, cabra serrana e cabra preta de Montesinho.

Segundo o programa, o concurso inicia-se na manhã de sábado (8h00), com a admissão dos animais a concurso, seguida da avaliação (9h00). A entrega de prémios está agendada para as 14h00, após o almoço convívio.

Em Santulhão, o I Concurso de Raças Autóctones de Ovinos e Caprinos do Planalto é organizado pela freguesia e conta com o apoio do município de Vimioso.

HA

Vimioso: Exército Português esclarece os jovens sobre as oportunidades profissionais

Vimioso: Exército Português esclarece os jovens sobre as oportunidades profissionais

Na tarde de 2 de junho, realiza-se em Vimioso, uma sessão de esclarecimento sobre o ingresso e a carreira militar, uma iniciativa do Exército Português, que tem como objetivos informar e esclarecer os jovens sobre as várias oportunidades profissionais existentes neste ramo das Forças Armadas.

Na vila de Vimioso, a sessão de esclarecimento decorre no auditório do pavilhão multiusos, às 14h30 e tem como destinatários, os jovens de nacionalidade portuguesa, com idades entre os 18 e os 24 anos (ou 27 anos no caso de licenciatura) inscritos no Gabinete de Inserção Profissional.

Durante a sessão, vão ser apresentados os requisitos necessários para ingresso no Exército Português, as fases do concurso e os critérios de seleção.

No encontro, os jovens também vão ver informados sobre as condições de remuneração e as diversas possibilidades de progressão na carreira militar.

Para além da componente informativa, o Exército Português pretende despertar os jovens para a importância de valores como a formação técnica, física e pessoal; uma carreira profissional estável, reconhecida e com progressão; o trabalho em equipa, a liderança e o serviço a Portugal.

HA

Mogadouro: Feira do Livro regressa com novidades literárias, contos e música

Mogadouro: Feira do Livro regressa com música, humor e novidades literárias

De 30 de maio a 7 de junho, a cidade de Mogadouro recebe mais uma edição da Feira do Livro, um evento cultural que na programação inclui momentos musicais, um espetáculo de Stant Up Comedy e a apresentação de novas publicações.

Em Mogadouro, a Feira do Livro está instalada no Parque de Verde de Cidade, ao lado da Biblioteca Municipal, onde vão realizar-se atividades dedicadas aos livros, à leitura e a um conjunto de atividades paralelas, como momentos musicais.

Para a vereadora da Cultura no município de Mogadouro, Márcia Barros, o certame literário pretende atrair novos visitantes e por esse motivo acontece no centro da cidade, para que haja uma maior proximidade ao público.

“As atividades da Feira do Livro são transversais e dirigidas a todas as idades, com enfoque nas crianças e jovens. Outro dos destaques da Feira do Livro são os momentos musicais, protagonizados pelas oficinas de música do município de Mogadouro, que pretendem envolver toda a comunidade”, adiantou Márcia Barros.

Ao longo dos 9 dias do evento, o público que visite a Feira do Livro, em Mogadouro, tem a possibilidade de participar em variadas atividades, desde um Atelier de Escrita Criativa; Aula musical de Bateria, Espetáculo de Stant Up Comedy “Rir para pensar”; no 1º Sarau de Poesia da Biblioteca Municipal Trindade Coelho; e no encontro com o escritor Pedro Chagas Freitas, autor dos livros “Hospital das Alfaces” e “A Amiga Cinzenta”.

Fonte: Lusa e HA

Sociedade: Livro “Portugueses ciganos, Cinco séculos de resistência”

Sociedade: Livro “Portugueses ciganos, Cinco séculos de resistência”

A jornalista, Ana Cristina Pereira, escreveu o livro “Portugueses ciganos, Cinco séculos de resistência”, uma obra que parte do ano 1509 até hoje e que mostra “a pluralidade da população portuguesa cigana”.

Desde o primeiro “registo conhecido de anticiganismo em Portugal”, assinado em 1509, pelo rei D. Manuel I, a pedir que saiam de Portugal, a jornalista traça um caminho até aos cerca de 70 mil portugueses ciganos dos dias de hoje, retratando “o passado e o presente desta minoria em Portugal”, como pode ler-se na sinopse.

A jornalista recupera a história e assina um retrato “das feiras às universidades, do futebol de elite aos acampamentos nómadas”, mas também um novo ativismo cigano e, do outro lado, a discriminação contra esta minoria.

Partindo do trabalho que tem desenvolvido nos últimos 25 anos, a jornalista do Público voltou às reportagens “mais significativas”, aos sítios e às pessoas com que tinha contactado, mas também aos arquivos e à academia para olhar para o fenómeno do maior número de perspetivas possível.

“Falei com mais de trinta pessoas ciganas e perto de 20 não ciganas que trabalham no terreno, em sítios tão diversos como Viana do Castelo, Braga, Porto, Maia, Matosinhos, Figueira da Foz, Torre de Moncorvo, Belmonte, Lisboa, Barreiro, Loures, Seixal, Montemor-o-Novo, São Brás de Alportel”, refere a autora.

Uma série multimédia para o Público, em 2023, contava a viagem desde a Índia e de como “se forjou uma cultura de resistência”, até ao que mudou após o 25 de Abril de 1974, a dificuldade de entrada no mercado de trabalho e a persistência do nomadismo, sobretudo a sul do país, e em 2024 chegou “o impulso de avançar para um livro”.

“Quando se desconhece a história não se entende o presente da população cigana. Não se vê as raízes da marginalização. Os problemas sociais graves são encarados como ‘culturais’. Isso é terreno fértil para a reprodução de ideias como: ‘são todos iguais’, ‘não se querem integrar’, ‘gostam de viver assim’. As pessoas ciganas não são julgadas pelo que são, mas pelo grupo de pertença. Legitima-se a desigualdade, a exclusão, a discriminação”, explica.

Com figuras como o ex-futebolista Ricardo Quaresma ou o ator Vicente Gil entre os ‘protagonistas’ do retrato, lado a lado com pessoas ‘anónimas’, este “livro pequeno e escrito de forma acessível” mas que “aborda assuntos de grande complexidade” procura contrariar uma ideia de homogeneidade que, para a autora, está associada ao preconceito.

“A ideia de que as pessoas ciganas são todas iguais é falsa e é usada para justificar desigualdade e exclusão. Parafraseando Ortega y Gasset, as pessoas são as pessoas e as suas circunstâncias. E muitas estão a abrir novos caminhos, algumas sem revelar que são ciganas”, afirma.

Lançado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, a autora de “Mulheres da minha ilha, mulheres do meu país” ou “Movimento Perpétuo” olha, na nova obra, para questões como o anticiganismo, a história e o quotidiano das pessoas ciganas, as “pequenas e grandes exclusões”, saindo do estereótipo para mostrar “a pluralidade da população portuguesa cigana”.

O livro analisa políticas públicas ao longo de 500 anos e “desmonta a construção histórica da figura do cigano”, procurando revelar dinâmicas e tensões internas, focar o papel das mulheres na mudança e questiona como os ‘media’ e a democracia se relacionam com esta minoria, convocando as pessoas “para pensar sobre tudo isto”.

Também muitas pessoas ciganas “crescem sem conhecer a sua história”, lembra, e por isso compreendem menos bem o ódio ou a diferença com que são tratados.

Quando, em 2022, o então Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa destacou Jerónimo da Costa e outros 250 ciganos que serviram na fronteira portuguesa, diz Ana Cristina Pereira, isso deixou “muita gente de boca aberta”.

Esse legado é também invisível nos manuais escolares, como a participação em guerras, a chegada a Portugal, ou “as consecutivas leis de assimilação forçada”, como a proibição de falar a própria língua, vestir trajes típicos ou ler a sina, sob ameaça de trabalho forçado.

O livro é lançado a 30 de maio, sábado, pelas 17:00, na Feira do Livro de Lisboa.

Ana Cristina Pereira, licenciada em Comunicação pela Universidade do Minho, é repórter do Público desde 1999, dedicando-se em particular ao tratamento de temas de direitos humanos e exclusão social.

Fonte: Lusa | Imagem: FFMS

Igreja: Cardeal José Tolentino Mendonça elogia encíclica papal

Igreja: Cardeal José Tolentino Mendonça elogia encíclica papal

O cardeal português D. José Tolentino Mendonça afirmou que a primeira encíclica de Leão XIV, «Magnifica Humanitas» constitui um apelo urgente à proteção da “fragilidade” humana, perante a ilusão algorítmica.

“Nesta era da inteligência artificial, devemos permitir que os seres humanos se desenvolvam e amadureçam na sua vocação, na sua humanidade, que é o dom mais extraordinário que possuímos”, declarou ao portal de notícias do Vaticano.

O prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação falava à margem da apresentação do seu novo livro ‘Correção Fraterna. O amor não desiste’, que decorreu em Roma.

“As feridas, os erros, os passos mais vulneráveis que damos são recursos importantes da nossa humanidade”, indicou.

O membro da Cúria Romana alertou para o impacto psicológico da evolução tecnológica nas novas gerações.

“A perfeição ou a idealização de uma perfeição é um risco muito grande porque não permite ao ser humano reconciliar-se até ao fundo com a sua própria humanidade, que é uma humanidade vivida na fragilidade”, indicou o cardeal e poeta.

“Sabemos que, ao contrário das máquinas que procuram a correção automática, os seres humanos precisam de ser apoiados na sua fragilidade”, acrescentou.

O colaborador do Papa propõe a correção fraterna, a partir do Evangelho de São Mateus, como uma prova de “fraternidade” e responsabilidade mútua.

“Sem esta visão de que o ser humano precisa de ser acompanhado e apoiado, que não avança por automatismo, o ser humano está verdadeiramente ameaçado e bloqueado, como mostra o Santo Padre”, sustentou D. José Tolentino Mendonça, recordando a encíclica ‘Magnifica Humanitas’.

A nova publicação do cardeal português foi lançada, na Itália, pela Paulinas Editora.

“Nesta aventura que é a nossa humanidade, é importante lembrar que não estamos sozinhos, que precisamos deste apoio mútuo, que, em última análise, é a correção fraterna como sinónimo de amizade, de reciprocidade, de acolhimento, de amor”, precisou o autor.

Fonte: Ecclesia

Miranda do Douro: Alunos, professores e pais visitam o Parque Warner em Madrid (Espanha)

Miranda do Douro: Alunos, professores e pais visitam o Parque Warner em Madrid (Espanha)

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (APEEAEMD) está a organizar um passeio ao Parque Warner, em Madrid (Espanha), no dia 27 de junho, uma atividade de final de ano letivo, para alunos e pais do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (AEMD).

De acordo com a associação de pais (APEEAEMD) esta atividade faz parte do programa anual do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (AEMD) e visa proporcionar o convívio entre alunos e pais e dirige-se de um modo particular às famílias que não têm possibilidade de viajar e conhecer outras localidades.

“Este ano, a viagem no final de ano letivo é ao Parque Warner, em Madrid (Espanha).Este local é considerado um dos maiores parques temáticos da Europa, onde há espetáculos e experiências inesquecíveis para todas as idades, num ambiente inspirado no mundo do cinema, dos super-heróis e das personagens mais conhecidas da Warner Bros”, adianta a APEEAEMD.

As inscrições são limitadas ao número de lugares disponíveis num autocarro (50), terminam a 31 de maio e são feitas através do formulário online: https://forms.gle/iiJYjjn3UQmzBHVv5.

Segundo a APEEAEMD, todos os anos esta atividade proporciona momentos de diversão, convívio e partilha entre toda a comunidade escolar, promovendo também o fortalecimento dos laços de amizade entre alunos e pais.

No final dos anos letivos anteriores, a atual direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (APEEAEMD) organizou viagens a Seia, na Serra da Estrela (2025) e a Fermoselle – Espanha (2024).

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento Vertical de Escolas de Miranda do Douro (APEEAEMD) é uma pessoa coletiva, de substrato pessoal e cariz voluntário, sem fins lucrativos.

O objetivo da APEEAEMD é difundir a atividade escolar e associativa, representando os direitos e deveres dos pais e encarregados de educação no que respeita à vida escolar, contribuindo para a identificação, análise e resolução dos respetivos problemas, bem como na participação nos órgãos da escola, tal como definido na lei.

HA