Fonte de Aldeia: Fim-de-semana de festa em honra da Santíssima Trindade

Fonte de Aldeia: Fim-de-semana de festa em honra da Santíssima Trindade

No fim-de-semana de 30 e 31 de maio, a localidade de Fonte de Aldeia celebra a festa em honra da Santíssima Trindade, uma romaria muito participada pelas comunidades paroquiais do sul do concelho de Miranda do Douro e cujos maiores destaques são as procissões para a capela da Santíssima Trindade, a eucaristia e as tradicionais rondas.

Este ano, a festa em honra da Santíssima Trindade, em Fonte de Aldeia, inicia-se na tarde de sábado, dia 30 de maio, com animação e o arraial.

No dia seguinte, Domingo, 31 de maio, dia maior da festividade em honra da Santíssima Trindade, a festa recomeça com a alvorada e o peditório pelas ruas da aldeia, acompanhado pela música da Banda Filarmónica Mirandesa.

Às 13h30 inicia-se a procissão da igreja matriz em direção à capela da Santíssima Trindade, onde às 14h30, é celebrada a eucaristia. Na Igreja Católica, a solenidade da Santíssima Trindade ensina a contemplar Deus como uma trindade ou comunidade de amor: Pai, Filho e Espírito Santo. “Deus é uma trindade de pessoas distintas, porém unidas no amor”.

Santíssima Trindade é também o nome da Unidade Pastoral que compreende as paróquias de Sendim, Atenor, Teixeira, Palaçoulo, Prado Gatão, Águas Vivas, Duas Igrejas, Freixiosa, Vila Chã de Braciosa, Picote e Barrocal do Douro razão pela qual a festividade reúne habitualmente pessoas de todas estas comunidades.

A festa em Fonte de Aldeia, tem ainda uma peculiar tradição que são as rondas à volta da capela da Santíssima Trindade, protagonizadas pelos grupos das várias localidades.

Ao final da tarde de Domingo, às 18h00, realiza-se a procissão de regresso à igreja matriz em Fonte de Aldeia. No serão, a festa em honra da Santíssima Trindade termina com um arraial, este ano animado pela Banda Triângulo.

HA

Águas Vivas: Caminhada para a Festa da Santíssima Trindade

Águas Vivas: Caminhada para a Festa da Santíssima Trindade

Na manhã de Domingo, dia 31 de maio, a população de Águas Vivas, no concelho de Miranda do Douro, realiza-se a já tradicional caminhada “Augas Bibas an Mobimiento”, desta vez até à capela da Santíssima Trindade, em Fonte de Aldeia, para celebrar a festa religiosa, num programa que inclui uma merenda e almoço convívio.

A caminhada é organizada pela Associação Cultural e Recreativa de Águas Vivas (ACRAV) e começa com o acolhimento aos participantes, às 9h00, junto à sede da associação.

A partida para o passeio pedestre de cerca de 7 quilómetros até Fonte de Aldeia, está agendada para as 9h30, sendo que a meio do percurso está prevista uma merenda e na chegada à capela da Santíssima Trindade, os caminhantes têm aí direito a um almoço convívio.

Às 14h30, os caminhantes participam na eucaristia alusiva à Solenidade da Santíssima Trindade. Atente-se que no fim-de-semana de 30 e 31 de maio, a localidade de Fonte de Aldeia celebra a festa em honra da Santíssima Trindade, uma romaria muito participada pelas gentes do sul do concelho de Miranda do Douro.

Após a celebração religiosa, às 15h30, os caminhantes de Águas Vivas fazem o percurso de regresso a casa.

As inscrições para a Caminhada “Águas Bibas em Movimento” podem ser feitas no Café da ACRAV ou através dos seguintes contatos telefónicos: 969 503 715 ou 936 875 583.

A inscrição na caminhada tem um custo de 5 passos para os associados da ACRAV e 10 passos para os não sócios.

HA



Santulhão: I concurso de Ovinos e Caprinos do Planalto

Santulhão: I concurso de Ovinos e Caprinos do Planalto

Na manhã de sábado, 30 de maio, realiza-se em Santulhão, o I Concurso de Raças Autóctones de Ovinos e Caprinos do Planalto, um certame inserido na Feira do Azeite, que tem como propósitos incentivar a pastorícia e preservar as raças de ovelhas e cabras existentes no planalto mirandês.

O concurso das raças autóctones decorre no exterior do Centro de Promoção dos Produtos e Tradições de Santulhão, onde no fim-de-semana de 30 e 31 de maio, se realiza IV Feira do Azeite e da Oliveira Santulhana.

Com este I Concurso das Raças Autóctones de Ovinos e Caprinos pretende-se reunir os criadores do concelho de Vimioso, para em conjunto com as associações destas raças, iniciar o processo de melhoria genética dos animais. O concurso é também um incentivo à pastorícia e ao cuidado dos criadores, para que selecionem e sejam premiados pelos seus melhores animais”, justificou o presidente da freguesia de Santulhão, Adrião Rodrigues.

O I Concurso de Ovinos e Caprinos do Planalto conta com a participação de criadores das raças ovelha churra mirandesa, ovelha churra bragançana branca e preta, ovelha terrincha, cabra serrana e cabra preta de Montesinho.

Segundo o programa, o concurso inicia-se na manhã de sábado (8h00), com a admissão dos animais a concurso, seguida da avaliação (9h00). A entrega de prémios está agendada para as 14h00, após o almoço convívio.

Em Santulhão, o I Concurso de Raças Autóctones de Ovinos e Caprinos do Planalto é organizado pela freguesia e conta com o apoio do município de Vimioso.

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Vimioso: Exército Português esclarece os jovens sobre as oportunidades profissionais

Vimioso: Exército Português esclarece os jovens sobre as oportunidades profissionais

Na tarde de 2 de junho, realiza-se em Vimioso, uma sessão de esclarecimento sobre o ingresso e a carreira militar, uma iniciativa do Exército Português, que tem como objetivos informar e esclarecer os jovens sobre as várias oportunidades profissionais existentes neste ramo das Forças Armadas.

Na vila de Vimioso, a sessão de esclarecimento decorre no auditório do pavilhão multiusos, às 14h30 e tem como destinatários, os jovens de nacionalidade portuguesa, com idades entre os 18 e os 24 anos (ou 27 anos no caso de licenciatura) inscritos no Gabinete de Inserção Profissional.

Durante a sessão, vão ser apresentados os requisitos necessários para ingresso no Exército Português, as fases do concurso e os critérios de seleção.

No encontro, os jovens também vão ver informados sobre as condições de remuneração e as diversas possibilidades de progressão na carreira militar.

Para além da componente informativa, o Exército Português pretende despertar os jovens para a importância de valores como a formação técnica, física e pessoal; uma carreira profissional estável, reconhecida e com progressão; o trabalho em equipa, a liderança e o serviço a Portugal.

HA

Mogadouro: Feira do Livro regressa com novidades literárias, contos e música

Mogadouro: Feira do Livro regressa com música, humor e novidades literárias

De 30 de maio a 7 de junho, a cidade de Mogadouro recebe mais uma edição da Feira do Livro, um evento cultural que na programação inclui momentos musicais, um espetáculo de Stant Up Comedy e a apresentação de novas publicações.

Em Mogadouro, a Feira do Livro está instalada no Parque de Verde de Cidade, ao lado da Biblioteca Municipal, onde vão realizar-se atividades dedicadas aos livros, à leitura e a um conjunto de atividades paralelas, como momentos musicais.

Para a vereadora da Cultura no município de Mogadouro, Márcia Barros, o certame literário pretende atrair novos visitantes e por esse motivo acontece no centro da cidade, para que haja uma maior proximidade ao público.

“As atividades da Feira do Livro são transversais e dirigidas a todas as idades, com enfoque nas crianças e jovens. Outro dos destaques da Feira do Livro são os momentos musicais, protagonizados pelas oficinas de música do município de Mogadouro, que pretendem envolver toda a comunidade”, adiantou Márcia Barros.

Ao longo dos 9 dias do evento, o público que visite a Feira do Livro, em Mogadouro, tem a possibilidade de participar em variadas atividades, desde um Atelier de Escrita Criativa; Aula musical de Bateria, Espetáculo de Stant Up Comedy “Rir para pensar”; no 1º Sarau de Poesia da Biblioteca Municipal Trindade Coelho; e no encontro com o escritor Pedro Chagas Freitas, autor dos livros “Hospital das Alfaces” e “A Amiga Cinzenta”.

Fonte: Lusa e HA

Sociedade: Livro “Portugueses ciganos, Cinco séculos de resistência”

Sociedade: Livro “Portugueses ciganos, Cinco séculos de resistência”

A jornalista, Ana Cristina Pereira, escreveu o livro “Portugueses ciganos, Cinco séculos de resistência”, uma obra que parte do ano 1509 até hoje e que mostra “a pluralidade da população portuguesa cigana”.

Desde o primeiro “registo conhecido de anticiganismo em Portugal”, assinado em 1509, pelo rei D. Manuel I, a pedir que saiam de Portugal, a jornalista traça um caminho até aos cerca de 70 mil portugueses ciganos dos dias de hoje, retratando “o passado e o presente desta minoria em Portugal”, como pode ler-se na sinopse.

A jornalista recupera a história e assina um retrato “das feiras às universidades, do futebol de elite aos acampamentos nómadas”, mas também um novo ativismo cigano e, do outro lado, a discriminação contra esta minoria.

Partindo do trabalho que tem desenvolvido nos últimos 25 anos, a jornalista do Público voltou às reportagens “mais significativas”, aos sítios e às pessoas com que tinha contactado, mas também aos arquivos e à academia para olhar para o fenómeno do maior número de perspetivas possível.

“Falei com mais de trinta pessoas ciganas e perto de 20 não ciganas que trabalham no terreno, em sítios tão diversos como Viana do Castelo, Braga, Porto, Maia, Matosinhos, Figueira da Foz, Torre de Moncorvo, Belmonte, Lisboa, Barreiro, Loures, Seixal, Montemor-o-Novo, São Brás de Alportel”, refere a autora.

Uma série multimédia para o Público, em 2023, contava a viagem desde a Índia e de como “se forjou uma cultura de resistência”, até ao que mudou após o 25 de Abril de 1974, a dificuldade de entrada no mercado de trabalho e a persistência do nomadismo, sobretudo a sul do país, e em 2024 chegou “o impulso de avançar para um livro”.

“Quando se desconhece a história não se entende o presente da população cigana. Não se vê as raízes da marginalização. Os problemas sociais graves são encarados como ‘culturais’. Isso é terreno fértil para a reprodução de ideias como: ‘são todos iguais’, ‘não se querem integrar’, ‘gostam de viver assim’. As pessoas ciganas não são julgadas pelo que são, mas pelo grupo de pertença. Legitima-se a desigualdade, a exclusão, a discriminação”, explica.

Com figuras como o ex-futebolista Ricardo Quaresma ou o ator Vicente Gil entre os ‘protagonistas’ do retrato, lado a lado com pessoas ‘anónimas’, este “livro pequeno e escrito de forma acessível” mas que “aborda assuntos de grande complexidade” procura contrariar uma ideia de homogeneidade que, para a autora, está associada ao preconceito.

“A ideia de que as pessoas ciganas são todas iguais é falsa e é usada para justificar desigualdade e exclusão. Parafraseando Ortega y Gasset, as pessoas são as pessoas e as suas circunstâncias. E muitas estão a abrir novos caminhos, algumas sem revelar que são ciganas”, afirma.

Lançado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, a autora de “Mulheres da minha ilha, mulheres do meu país” ou “Movimento Perpétuo” olha, na nova obra, para questões como o anticiganismo, a história e o quotidiano das pessoas ciganas, as “pequenas e grandes exclusões”, saindo do estereótipo para mostrar “a pluralidade da população portuguesa cigana”.

O livro analisa políticas públicas ao longo de 500 anos e “desmonta a construção histórica da figura do cigano”, procurando revelar dinâmicas e tensões internas, focar o papel das mulheres na mudança e questiona como os ‘media’ e a democracia se relacionam com esta minoria, convocando as pessoas “para pensar sobre tudo isto”.

Também muitas pessoas ciganas “crescem sem conhecer a sua história”, lembra, e por isso compreendem menos bem o ódio ou a diferença com que são tratados.

Quando, em 2022, o então Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa destacou Jerónimo da Costa e outros 250 ciganos que serviram na fronteira portuguesa, diz Ana Cristina Pereira, isso deixou “muita gente de boca aberta”.

Esse legado é também invisível nos manuais escolares, como a participação em guerras, a chegada a Portugal, ou “as consecutivas leis de assimilação forçada”, como a proibição de falar a própria língua, vestir trajes típicos ou ler a sina, sob ameaça de trabalho forçado.

O livro é lançado a 30 de maio, sábado, pelas 17:00, na Feira do Livro de Lisboa.

Ana Cristina Pereira, licenciada em Comunicação pela Universidade do Minho, é repórter do Público desde 1999, dedicando-se em particular ao tratamento de temas de direitos humanos e exclusão social.

Fonte: Lusa | Imagem: FFMS

Igreja: Cardeal José Tolentino Mendonça elogia encíclica papal

Igreja: Cardeal José Tolentino Mendonça elogia encíclica papal

O cardeal português D. José Tolentino Mendonça afirmou que a primeira encíclica de Leão XIV, «Magnifica Humanitas» constitui um apelo urgente à proteção da “fragilidade” humana, perante a ilusão algorítmica.

“Nesta era da inteligência artificial, devemos permitir que os seres humanos se desenvolvam e amadureçam na sua vocação, na sua humanidade, que é o dom mais extraordinário que possuímos”, declarou ao portal de notícias do Vaticano.

O prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação falava à margem da apresentação do seu novo livro ‘Correção Fraterna. O amor não desiste’, que decorreu em Roma.

“As feridas, os erros, os passos mais vulneráveis que damos são recursos importantes da nossa humanidade”, indicou.

O membro da Cúria Romana alertou para o impacto psicológico da evolução tecnológica nas novas gerações.

“A perfeição ou a idealização de uma perfeição é um risco muito grande porque não permite ao ser humano reconciliar-se até ao fundo com a sua própria humanidade, que é uma humanidade vivida na fragilidade”, indicou o cardeal e poeta.

“Sabemos que, ao contrário das máquinas que procuram a correção automática, os seres humanos precisam de ser apoiados na sua fragilidade”, acrescentou.

O colaborador do Papa propõe a correção fraterna, a partir do Evangelho de São Mateus, como uma prova de “fraternidade” e responsabilidade mútua.

“Sem esta visão de que o ser humano precisa de ser acompanhado e apoiado, que não avança por automatismo, o ser humano está verdadeiramente ameaçado e bloqueado, como mostra o Santo Padre”, sustentou D. José Tolentino Mendonça, recordando a encíclica ‘Magnifica Humanitas’.

A nova publicação do cardeal português foi lançada, na Itália, pela Paulinas Editora.

“Nesta aventura que é a nossa humanidade, é importante lembrar que não estamos sozinhos, que precisamos deste apoio mútuo, que, em última análise, é a correção fraterna como sinónimo de amizade, de reciprocidade, de acolhimento, de amor”, precisou o autor.

Fonte: Ecclesia

Miranda do Douro: Alunos, professores e pais visitam o Parque Warner em Madrid (Espanha)

Miranda do Douro: Alunos, professores e pais visitam o Parque Warner em Madrid (Espanha)

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (APEEAEMD) está a organizar um passeio ao Parque Warner, em Madrid (Espanha), no dia 27 de junho, uma atividade de final de ano letivo, para alunos e pais do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (AEMD).

De acordo com a associação de pais (APEEAEMD) esta atividade faz parte do programa anual do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (AEMD) e visa proporcionar o convívio entre alunos e pais e dirige-se de um modo particular às famílias que não têm possibilidade de viajar e conhecer outras localidades.

“Este ano, a viagem no final de ano letivo é ao Parque Warner, em Madrid (Espanha).Este local é considerado um dos maiores parques temáticos da Europa, onde há espetáculos e experiências inesquecíveis para todas as idades, num ambiente inspirado no mundo do cinema, dos super-heróis e das personagens mais conhecidas da Warner Bros”, adianta a APEEAEMD.

As inscrições são limitadas ao número de lugares disponíveis num autocarro (50), terminam a 31 de maio e são feitas através do formulário online: https://forms.gle/iiJYjjn3UQmzBHVv5.

Segundo a APEEAEMD, todos os anos esta atividade proporciona momentos de diversão, convívio e partilha entre toda a comunidade escolar, promovendo também o fortalecimento dos laços de amizade entre alunos e pais.

No final dos anos letivos anteriores, a atual direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro (APEEAEMD) organizou viagens a Seia, na Serra da Estrela (2025) e a Fermoselle – Espanha (2024).

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento Vertical de Escolas de Miranda do Douro (APEEAEMD) é uma pessoa coletiva, de substrato pessoal e cariz voluntário, sem fins lucrativos.

O objetivo da APEEAEMD é difundir a atividade escolar e associativa, representando os direitos e deveres dos pais e encarregados de educação no que respeita à vida escolar, contribuindo para a identificação, análise e resolução dos respetivos problemas, bem como na participação nos órgãos da escola, tal como definido na lei.

HA

Língua: Mirandês no Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias

Língua: Mirandês Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias

No fim-de-semana de 5 a 7 de junho, a língua mirandesa vai ser falada e cantada em Barcelos, no LÍNGUA – Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias, através da peça de teatro “La Princesa de ls Çapatos Rotos”, representada por alunos de Miranda do Douro e a música do grupo L’s Madrugadores.

O LÍNGUA – Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias é um evento cultural, de periodicidade bienal, que pretende afirmar o teatro como uma importante atividade cultural na preservação linguística.

Nesta terceira edição, o festival decorre no fim-de-semana de 5 a 7 de junho, no Theatro Gil Vicente e outros palcos, na cidade de Barcelos e a programação inclui espetáculos de teatro, concertos de música, oficinas e conversas temáticas.

Em representação da língua mirandesa, os alunos do 8º ano, da Escola Secundária de Miranda do Douro vão apresentar a peça de teatro “La Princesa de ls Çapatos Rotos”. O trabalho tem a direção de Duarte Martins, professor e subcomissário da Estrutura de Missão para a Promoção da Língua Mirandesa.

“É a segunda vez que vamos participar no LÍNGUA – Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias, em Barcelos. Trata-se de um encontro de pessoas e por conseguinte de línguas e culturas, onde se dá especial atenção às potencialidades do teatro para a formação e a difusão da cultura e língua de cada região”, começou por dizer Duarte Martins.


O professor de Língua e Cultura Mirandesa, Duarte Martins, acrescentou que a participação no festival, em Barcelos, é também uma oportunidade para os cerca de 20 jovens mirandeses, do 8º ano, conhecerem outras pessoas e culturas, durante o fim-de-semana.

“Os alunos gostam muito desta experiência fora de portas, pois têm a oportunidade de conhecer outras realidades culturais e sentem-se valorizados. A representação teatral permite-lhes expressarem-se em mirandês, mas também falar em público e socializarem com os outros. Na aprendizagem da língua, o teatro é mesmo um veículo privilegiado e do agrado dos alunos. Para além disso, os ensaios e as atuações libertam as crianças e jovens da dependência do mundo virtual, dos telemóveis e tablets”, indicou.

Dada a recente realização da I Bienal do Teatro Popular Mirandês, em Miranda do Douro, Duarte Martins, subcomissário da Estrutura de Missão para a Promoção da Língua Mirandesa mostrou-se esperançado com o reavivar desta arte na região.

«O teatro ou a arte dramática que antigamente era muito comum em muitas aldeias de Miranda do Douro está bastante esquecida, com exceção de localidades como Malhadas. Antigamente, os teatros ou colóquios eram autênticos eventos culturais que juntavam as populações. Por isso, é de saudar o atual surgimento de iniciativas pelos grupos culturais do concelho de Miranda do Douro que estão a reavivar o teatro popular mirandês, como recentemente aconteceu com a representação das peças “A Confissão do Marujo”, em Miranda do Douro e “Auto da Tia Lucrécia, em Duas Igrejas«, disse.

A música ocupa também destaque no LÍNGUA – Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias, em Barcelos, com os seguintes espetáculos: o grupo Palacio do Rei, da Galiza; o projeto Phole, pelos músicos João Gigante e Vitor Lima, do Minho: e os jovens Ls Madrugadores, de Miranda do Douro.

O programa do festival inclui outras atividades, como uma mesa redonda dedicada à importância do teatro como expressão para a salvaguarda e a difusão das línguas minoritárias, coordenada pelo Clube para a UNESCO de Salvaguarda do Teatro em Línguas Minoritárias.

O festival continua conta com participantes de várias regiões linguísticas. De Minde, na Serra d’Aire, o coletivo da Casa do Povo de Minde e o Teatro de Minde Boca de Cena levam ao festival o minderico, através de uma performance teatral, exibição de vídeo “A Cabiçalva” e conversa com o público.

Também de Riba de Mouro, na Serra da Peneda, o projeto Lá de Riba apresenta uma performance teatral e um momento de discussão centrado no ribamourês.

Do País Basco chega o basco, considerado a língua viva mais antiga da Europa, com a comédia “Kutsidazu Bidea Ixabel”, levada à cena pela companhia Txalo-Talo.

Já das Astúrias, no âmbito do teatro popular em asturiano, recentemente classificado como Bem de Interesse Cultural pelo Principado das Astúrias, será apresentada a comédia “Una de Matrimonios”, pelo grupo Teatru Carbayín.

O LÍNGUA – Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias é organizado pela companhia Teatro de Balugas e pelo Clube UNESCO, para a Salvaguarda do Teatro em Línguas Minoritárias.

O festival conta com o financiamento do Município de Barcelos, da Fundação Manuel António da Mota/ Grupo Mota Engil, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), da Fundação INATEL e o apoio de várias entidades nacionais e internacionais.

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Ensino: Início das Provas do 4º e 6º anos

Ensino: Início das Provas do 4º e 6º anos

Nos Agrupamentos de Escolas de todo o país, os alunos dos 4º e 6º anos, realizam em formato digital, as provas de monitorização de aprendizagem (ModA), uma avaliação de começa a 27 de maio, com a prova de Educação Artística do 4º ano e termina a 8 de junho, com a prova de Matemática do 6º ano.

O calendário das provas inicia-se com a prova de Educação Artística (disciplina rotativa avaliada este ano), dirigida aos alunos do 4.º ano e que pode ser realizada entre 27 de maio e 9 de junho.

As provas de Monitorização de Aprendizagens (ModA) são feitas em formato digital, tendo as escolas testado o modelo no mês de abril, durante as provas-ensaio.

Na sexta-feira, dia 29 de maio, as provas ModA prosseguem com a prova de Inglês do 6.º ano.

Na terça-feira, 2 de junho, os alunos do 4.º ano realizam as provas de Português.

No dia seguinte, 3 de junho, data que coincide com a greve geral, os alunos do 6.º ano realizam o teste de Português.

No dia 5 de junho, os alunos o 4º ano, efetuam a prova de Matemática.

Finalmente, a 8 de junho, realiza-se a prova de Matemática do 6.º ano.

HA