Palaçoulo: Vigília Pascal no Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja

Palaçoulo: Vigília Pascal no Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja

O Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja, em Palaçoulo celebra na noite de Sábado Santo (4 de abril) e nas primeiras de Domingo de Páscoa (5 de abril), o principal e mais antigo momento do ano litúrgico, a Vigília Pascal, que anuncia a ressurreição de Jesus, elemento central da fé cristã.

No mosteiro trapista, em Palaçoulo, a vigília pascal inicia-se às 21h30 de Sábado Santo e a liturgia da celebração compreende cinco elementos: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a série de leituras sobre a História da Salvação; a benção da água e a renovação das promessas do Batismo; e no final, a liturgia Eucarística.

A celebração é mais longa do que habitual, pois são proclamadas mais leituras da Bíblia, do que as três habitualmente lidas aos domingos, continuando com uma celebração batismal e a comunhão.

A vigília pascal começa com um ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus; o círio pascal é abençoado, antes de o presidente da celebração inscrever a primeira e a última letra do alfabeto grego (alfa e ómega), e inserir cinco grãos de incenso, em memória das cinco chagas da crucifixão de Cristo.

A inscrição das letras e do ano no círio são acompanhadas pela recitação da fórmula em latim ‘Christus heri et hodie, Principium et Finis, Alpha et Omega. Ipsius sunt tempora et sæcula. Ipsi gloria et imperium per universa æternitatis sæcula’ (Cristo ontem e hoje, princípio e fim, alfa e ómega. Dele são os tempos e os séculos. A Ele a glória e o poder por todos os séculos, eternamente).

O ‘aleluia’, suprimido no tempo da Quaresma, reaparece em vários momentos da missa como sinal de alegria.

A celebração articula-se em quatro partes: a liturgia da luz ou “lucernário”; a liturgia da Palavra; a liturgia batismal; a liturgia eucarística.

A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do precónio pascal.

A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam “as maravilhas de Deus na história da salvação” e duas do Novo Testamento: o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos (Marcos, Mateus e Lucas), e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão.

A liturgia batismal é parte integrante da celebração, pelo que mesmo quando não há qualquer Batismo, se faz a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas.

Do programa ritual consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal.

Nos primeiros séculos, as Igrejas do Oriente celebravam a Páscoa como os judeus, no dia 14 do mês de Nisan, ao passo que as do Ocidente a celebravam sempre ao domingo.

O Concílio de Niceia, no ano 325, apresentou prescrições sobre o prazo dentro do qual se pode celebrar a Páscoa, conforme os cálculos astronómicos (primeiro domingo depois da lua cheia que se segue ao equinócio da primavera): de 22 de março a 25 de abril.

Em 1951, o Papa Pio XII mandou celebrar a Vigília Pascal de novo como nas origens, isto é, na noite do Sábado Santo para o Domingo da Páscoa; a reforma do Concílio Vaticano II confirmou esta disposição.

Atualmente, é ordenado que a Vigília seja celebrada à noite, pelo menos depois do pôr do sol e antes do amanhecer de Domingo.

Fonte: Ecclesia e HA

Naso: Sexta-feira Santa assinala morte de Jesus com a via sacra e adoração da cruz

Naso: Sexta-feira Santa assinala morte de Jesus com a via sacra e adoração da Santa Cruz

A Unidade Pastoral de Santa Maria Maior, em Miranda do Douro, assinala na Sexta-feira Santa, a Paixão e morte de Jesus, com a Via Sacra “A Caminho do Naso”, desde a aldeia da Póvoa, às 13h00 e o rito da adoração da Santa Cruz, no Santuário de Nossa Senhora do Naso, às 15h00.

Num dia marcado pelo jejum e pelo silêncio, a principal celebração ocorre durante a tarde, evocando a hora da crucificação, num ambiente de despojamento onde os sacerdotes e os ministros se prostram em sinal de reverência.

A parte inicial da celebração, a Liturgia da Palavra, tem um dos elementos mais antigos da Sexta-feira Santa, a grande oração universal, com dez intenções que procuram abranger todas as necessidades e todas as realidades da humanidade, rezando pelos seus governantes, pela unidade entre os cristãos, pelos que não têm fé ou os judeus, entre outros.

O rito central engloba o beijo devocional da cruz e o pedido de perdão, apresentando-se os celebrantes com paramentos de cor vermelha, tonalidade litúrgica associada ao martírio.

O período noturno reserva espaço para as manifestações de piedade popular, destacando-se a realização de procissões do Enterro do Senhor e a recriação da Via-Sacra em várias localidades.

No Coliseu de Roma, a tradicional Via-Sacra tem início às 21h15 (menos uma em Lisboa), assumindo Leão XIV o transporte da cruz ao longo de todas as 14 estações.

As meditações deste ano foram redigidas pelo franciscano Francesco Patton, antigo custódio da Terra Santa e atual residente no Monte Nebo, na Jordânia, refletindo a dor das populações do Médio Oriente afetadas pelos conflitos.

O ciclo prossegue no Sábado Santo, um dia de expectativa assinalado pelo recolhimento espiritual e pela suspensão temporária da celebração da Eucaristia e outros sacramentos.

A Paixão de Cristo

Traído pelo seu discípulo Judas, Cristo é preso, sob a acusação de semear desordem pública por causa dos seus ensinamentos e, especialmente, de usurpar o título de Messias, “porque se fez Filho de Deus”, como dizem os responsáveis judaicos. Interrogado por Pôncio Pilatos, governador romano da região, açoitado por soldados, é condenado à morte na cruz, pena reservada a criminosos.

Em Jerusalém, Jesus sobe a colina do Gólgota (literalmente “Monte do crânio”, também designado como Calvário) e cai várias vezes, por causa da exaustão. Crucificado, expira depois de algumas horas de suplício. É descido da cruz pelos seus parentes, envolto num pano branco (sudário) e colocado no túmulo.

Fonte: Ecclesia e HA

Algoso: “Sábado de Aleluia e Mercado Medieval” no fim-de-semana de Páscoa

Algoso: “Sábado de Aleluia e Mercado Medieval” no fim-de-semana de Páscoa

Na aldeia histórica de Algoso, no fim-de-semana de Páscoa, de 4 e 5 de abril, realiza-se o evento “Sábado de Aleluia & Mercado Medieval”, cujos principais destaques são a participação da população no cortejo medieval, o mercado e as tabernas e a constante animação de música, jogos e teatro de rua.

O evento decorre no adro da igreja matriz de Algoso e faz parte da estratégia da freguesia, para promover o património histórico, cultural e religioso desta localidade do concelho de Vimioso.

Um dos atrativos do evento é o mercado medieval, que conta com a participação de artesãos e produtores da região, expondo produtos como a doçaria tradicional, folar, pão, fumeiro, azeite, mel, frutos secos, vinho, licores e vários outros produtos.

Outro dos destaques em Algoso, é a constante animação do evento, numa programação que inclui jogos tradicionais, teatro, falcoaria, espetáculos de fogo, carrossel medieval, exposição de animais, entre outras atividades.

Na noite de Sábado Santo, 4 de abril, para anúnciar a Páscoa da Ressurreição do Senhor, a programação do evento inclui a celebração religiosa da benção da água e aspersão do povo. Segue-se uma procissão noturna até à capela de Nossa Senhora do Castelo. Na manhã de Domingo, a eucaristia da Páscoa de Ressurreição do Senhor celebra-se 9h00, na igreja matriz.

Na manhã de Domingo, outra proposta do evento é a caminhada interpretativa pelo Trilho do Castelo. À tarde, o baile medieval encerra o “Sábado de Aleluia Mercado Medieval”.

Na aldeia histórica de Algoso, este evento anual é uma iniciativa da freguesia local, que conta com o apoio do município de Vimioso.

HA



Vimioso: Concerto de Páscoa a 3 de abril

Vimioso: Concerto de Páscoa a 3 de abril

No serão de 3 de abril, Sexta-feira Santa, a Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vimioso (AHBVV) presenteia a população com um Concerto de Páscoa, às 21h30, na igreja matriz, em Vimioso.

Ao longo da sua história, a banda filarmónica vimiosense tem animado as festas no concelho de Vimioso e realizou guardas de honra, na Câmara Municipal, aquando das visitas de Presidentes da República Portuguesa, Primeiros-Ministros e outros governantes.

No estrangeiro, a banda de Vimioso participou no concerto das comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, em Paris.

A Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vimioso foi fundada a 12 de Abril de 1945.

Em Vimioso, o Concerto de Páscoa é uma inciativa conjunta da Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vimioso, do Município de Vimioso e da Unidade Pastoral de Nossa Senhora da Visitação.

HA



Igreja: Semana Santa em Argozelo, Carção, Santulhão e Matela

Igreja: Semana Santa em Argozelo, Carção, Santulhão e Matela

As celebrações da Semana Santa, nas paróquias de Argozelo, Carção, Santulhão e Matela decorrem de 1 a 5 de abril, num programa que se inicia com as confissões, prossegue com as celebrações do tríduo pascal e culminam no Domingo de Páscoa, com a eucaristia da Ressurreição e e visita pascal.

Na vila de Argozelo, esta quarta-feira, dia 1 de abril, há confissões, a partir das 20h00, na igreja matriz. Com a entrada no Tríduo Pascal, a partir de Quinta-feira Santa, 2 de abril, rezam-se as Laudes, às 8h30; a eucaristia da Ceia do Senhor, celebra-se às 21h00. Na Sexta-feira Santa, 3 de abril, às 15h00, celebra-se a Paixão do Senhor, com a procissão do Enterro. No Sábado Santo, a Vigília Pascal começa às 21h00. No Domingo de Páscoa, a eucaristia da Ressurreição do Senhor celebra-se às 11h00 e a visita pascal inicia-se às 13h00.

Nas paróquias de Carção, Santulhão e Matela, o Tríduo Pascal também inclui as celebrações da Ceia do Senhor (Quinta-feira Santa), da Paixão do Senhor (Sexta-feira Santa), Vigília Pascal (Sábado Santo) e a Eucaristia (ou Celebração da Palavra) da Ressurreição do Senhor e Visita Pascal, no Domingo, dia 5 de abril.

Para a Igreja Católica, a Semana Santa é momento central do ano litúrgico, durante a qual se recorda a prisão, julgamento e execução de Jesus, culminando com a Páscoa, celebração da ressurreição de Cristo.

As paróquias de Argozelo, Carção, Santulhão e Matela estão confiadas à comunidade dos frades capuchinhos, sendo constituída pelos sacerdotes, Frei Hermano Filipe e Frei Hermenegildo Sarmento e pelo diácono, Frei John Naheten, religiosos capuchinhos nascidos em Timor-Leste.

Os Capuchinhos – Frades de hábito marrão e de capuz pequeno, surgiram em Itália, no século XVI, com o objetivo de observar rigorosamente a “Regra e Vida dos Frades Menores, escrita por São Francisco de Assis e praticar a pobreza radical, a oração contemplativa e a vida missionária anunciando a todos, o Evangelho de Jesus Cristo.

HA

Roma: Papa vai levar a Cruz em todas as estações da Via-Sacra

Roma: Papa vai levar a Cruz em todas as estações da Via-Sacra

Na Sexta-feira Santa, Leão XIV vai levar a Cruz, em todas as estações da Via-Sacra, no coliseu de Roma, a primeira celebração a que preside na Semana Santa, enquanto Papa.

De acordo com a Sala de Imprensa da Santa Sé, as meditações das 14 estações foram escritas, este ano, pelo franciscano Francesco Patton, que foi custódio da Terra Santa, entre 2016 e 2025.

De acordo com o portal de notícias do Vaticano, frei Francesco Patton reside no atualmente em Monte Nebo, na Jordânia, tendo sido “várias vezes porta-voz da dor do povo do Médio Oriente”, sobretudo em situações de conflito

Em 2025, a Via-Sacra no Coliseu de Roma foi presidida pelo cardeal vigário do Papa para a Diocese de Roma, D. Baldo Reina, e as meditações foram escritas pelo Papa Francisco, depois de voltar à Casa Santa Marta após um longo internamento no hospital Gemelli.

Fonte: Ecclesia

Segurança: Carlos Cabreiro nomeado diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ)

Segurança: Carlos Cabreiro nomeado diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ)

Natural de Picote, no concelho de Miranda do Douro, Carlos Cabreiro, que ocupava o cargo de diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), foi nomeado pelo governo, o novo diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ).

A informação foi divulgada através do gabinete do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que já tinha adiantado, em declarações no final da reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, que aprovou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) relativo a 2025.

Carlos Cabreiro, de 59 anos, coordenador superior de investigação criminal, é natural de Picote, no concelho de Miranda do Douro. O novo diretor da PJ é licenciado em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa e pós-graduado em guerra de informação, pela Academia Militar.

Trabalha na Polícia Judiciária desde 1991, onde começou por integrar o departamento que investigava fraudes e criminalidade económico-financeira.

Em 1995, passou a coordenar a Brigada de Investigação da Criminalidade Informática (BICI), a Unidade Nacional de Informação sobre Crime Económico Organizado (UNICEO) e a Brigada de Pesquisa (BP).

Em 2005 ascendeu a Subdiretor Nacional Adjunto na Direção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira (DCICCEF), onde esteve até 2009.

Entre 2009 e 2016 coordenou a secção de investigação de criminalidade informática da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo e em 2016 foi nomeado diretor da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T).

Entre os processos mediáticos em que esteve envolvido encontram-se o caso que envolvia o ‘hacker’ Rui Pinto, acusado de aceder ilegalmente a emails do Benfica e que foi detido em Budapeste em 2019, e o caso ‘Tugaleakes’, em 2015, que envolvia crimes de sabotagem informática, dano informático, acesso ilegítimo e acesso indevido a diversos sistemas informáticos do Estado e empresas privadas.

Recentemente, sobre cibercriminalidade, que assumiu contornos de criminalidade transnacional e altamente complexa, Carlos Cabreiro defendeu uma harmonização a “nível mundial no estabelecimento de regras mínimas para a conservação” dos metadados das telecomunicações.

Fonte: Lusa | Foto: CC

Finanças: Entrega das declarações do IRS inicia-se a 1 de abril

Finanças: Entrega das declarações do IRS inicia-se a 1 de abril

Inicia-se a 1 de abril, a entrega das declarações do Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS), relativas aos rendimentos ganhos em 2025, uma operação que é efetuada no Portal das Finanças e decorre até 30 de junho.

O prazo para a apresentação das declarações de IRS decorre durante três meses, de 1 de abril a 30 de junho de 2026.

O período de entrega é o mesmo para todas as categorias de rendimento, seja para quem tem a declarar apenas o salário do trabalho por conta de outrem, seja para quem trabalha a recibos verdes, seja para quem exerce a atividade nas duas modalidades, seja para pensionistas ou para quem tem outras fontes de rendimento, como rendas.

Este é o momento em que os contribuintes declaram à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) todos os rendimentos auferidos ao longo do ano anterior, de 01 de janeiro a 31 de dezembro, cabendo ao fisco calcular o imposto real que incide sobre a totalidade dos rendimentos e fazer o acerto final.

Nesse fecho de contas entre os contribuintes e o Estado, a administração fiscal terá em conta quanto é que um contribuinte já adiantou ao Estado de IRS ao longo de 2025 através das retenções na fonte, que no ano passado conheceram três tabelas diferentes para refletir a descida do imposto a meio do ano.

Do acerto final do imposto resultará uma de três situações: um contribuinte recebe um reembolso, entrega mais imposto ao Estado ou nada tem a receber nem a entregar.

Ao longo dos três meses de entrega, o Portal das Finanças deverá receber mais de seis milhões de declarações, tendo como referência as estatísticas do fisco relativas à campanha do IRS do ano passado.

A partir de dados da AT, segundo a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, em 2025, foram submetidas mais de seis milhões de declarações no Portal das Finanças no período de entrega regular, referentes a declarações enviadas individualmente ou por agregado familiar (com dois sujeitos passivos).

Segundo a previsão do Governo, os contribuintes abrangidos pelo IRS Automático que submetam a obrigação fiscal por esta via deverão receber o reembolso em menos de duas semanas após o envio do ficheiro Modelo 3 e quem entregar a declaração pela via normal receberá em três a três semanas e meia.

Em declarações à Lusa, a secretária de Estado afirmou que a “expectativa é a de que os prazos médios de reembolso sejam próximos ou similares aos do ano passado”.

A funcionalidade do IRS Automático, que permite uma submissão mais célebre, bastando a confirmação de uma declaração provisória já totalmente preenchida pela AT, vai abranger pela primeira vez os trabalhadores cobertos pelas regras do IRS Jovem (contribuintes até aos 35 anos).

Segundo a previsão da secretária de Estado, esta modalidade de entrega deverá abranger cerca de dois milhões de declarações, das quais “mais de 200 mil” dizem respeito a contribuintes do IRS Jovem.

Em relação ao impacto das alterações nas tabelas de retenção na fonte em 2025 nos valores dos reembolsos a receber pelos contribuintes, a secretária de Estado disse que o Governo tem feito um “caminho de tentar aproximar o imposto devido ao imposto efetivamente devido”, referindo que tal não resultará necessariamente num valor de reembolsos mais baixos.

“As tabelas refletem a descida e a aproximação ao imposto devido. No mundo ideal, as pessoas não tinham imposto a pagar nem a receber. É evidente que isso não é possível porque há muitas variáveis”, afirmou, vincando que as retenções na fonte são apenas “uma delas”.

A entrega das declarações é feita totalmente de forma digital, já não sendo possível entregar o ficheiro Modelo 3 em papel numa repartição de Finanças.

No entanto, um contribuinte sem acesso à Internet pode agendar uma ida a um serviço de Finanças para proceder ao preenchimento da declaração com o auxílio de um funcionário do fisco.

Fonte: Lusa

Miranda do Douro: Celebrações da Semana Santa

Miranda do Douro: Celebrações da Semana Santa

Em Miranda do Douro, as celebrações religiosas da Semana Santa iniciaram-se com a benção dos ramos e prosseguem na Quarta-feira Santa, dia 1 de abril, com a Missa do Senhor da Misericórdia, que dá entrada no Tríduo Pascal.

Segundo a Santa Casa da Misericórdia de Miranda do Douro (SCMMD), o programa da Semana Santa iniciou-se no Domingo, dia 29 de março, no largo da Igreja da Misericórdia, com a benção dos ramos e a procissão até à Concatedral, onde se celebrou da Missa de Domingo de Ramos na Paixão do Senhor.

Em Miranda do Douro, as celebrações religiosas prosseguem na quarta-feira, dia 1 de abril, com a eucaristia na Igreja da Misericórdia e a investidura dos novos irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Miranda do Douro (SCMMD).

O Tríduo Pascal começa na Quinta-feira Santa, 2 de abril, na igreja da Misericórdia, às 21h00, com a celebração da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, o rito do lava-pés e a transladação do Santíssimo.

Na Sexta-feira Santa, 3 de abril, no Santuário de Nossa Senhora do Naso, há a adoração da Santa Cruz, às 15h00. À noite (21h00), na concatedral, em Miranda do Douro, está programada a encenação da Paixão do Senhor.

No Domingo, a Missa de Páscoa da Ressurreição do Senhor, celebra-se às 11h00, na concatedral.

Para a Igreja Católica, a Semana Santa é momento central do ano litúrgico, durante a qual se recorda a prisão, julgamento e execução de Jesus, culminando com a Páscoa, celebração da ressurreição de Cristo.

HA



Miranda do Douro: Contos N’Aldeia

Miranda do Douro: Contos N’Aldeia

Na Sexta-feira Santa, dia 3 de abril, a biblioteca municipal António Maria Mourinho, em Miranda do Douro, é o cenário dos contos “N’aldeia”, uma sessão de narração de contos tradicionais, integrada no programa da Feira da Bola Doce Mirandesa.

Os contos tradicionais portugueses são narrados por Vítor Fernandes, natural de Trás-os-Montes, onde cresceu a ouvir histórias contadas por familiares e vizinhos, nos serões à lareira ou nas ruas das aldeias.

O narrador inspira-se nas “eiras” de outrora — espaços rurais de convívio e trabalho comunitário — recriando ambientes de partilha de histórias, lengalengas, cantigas e provérbios, com espetáculos adaptados a diferentes públicos e idades.

“Entre risos, sustos e aventuras inesperadas, criaturas do imaginário popular surgem em cada recanto, enquanto as gentes da aldeia enfrentam travessuras, mistérios e segredos guardados há séculos”, pode ler-se.

Na Sexta-feira Santa, dia 3 de abril, estão programadas três sessões de contos orais (11h00, 14h00 e 16h00), na biblioteca municipal, em Miranda do Douro.

HA