Miranda do Douro: Piscinas municipais abrem das 10h00 às 20h00

Miranda do Douro: Piscinas municipais abrem das 10h00 às 20h00

A partir de 1 de julho, as piscinas municipais, em Miranda do Douro, estão abertas das 10h00 às 20h00, todos os dias da semana, o que vem reforçar a oferta de lazer, desporto e convívio, sendo também uma boa opção para enfrentar melhor o calor do verão.

No site institucional, o município de Miranda do Douro informa que a partir de 1 de julho, a entrada deixa de ser gratuita, aplicando-se as tarifas de acordo com a idade e o dia da visita.

Assim sendo, as crianças até aos seis anos (inclusive) não pagam; as crianças entre os 7 e os 14 anos, pagam 0,75€ nos dias de semana e 1€ aos fins-de-semana e feriados; a partir dos 15 anos, o preço dos bilhetes é de 1€ durante a semana e 1,50€ aos fins-de-semana e feriados.

Nos meses de verão, o município de Miranda do Douro convida a desfrutar deste espaço de lazer, apelando às pessoas para que cumpram as indicações do nadador salvador, de forma a garantir uma estadia segura e agradável.

Direção Geral de Saúde (DGS) recomenda medidas de proteção para o aumento da temperatura

Na sequência da previsão do aumento gradual de temperatura nos próximos dias, que podem atingir os 41 graus Celsius em algumas zonas do país, a Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda a adoção de medidas de proteção adicionais nos próximos dias.

Entre as recomendações, a DGS salienta a necessidade de dar especial atenção a grupos mais vulneráveis ao calor, como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas, pessoas com mobilidade reduzida, trabalhadores com atividade no exterior, praticantes de atividade física e pessoas isoladas.

A DGS aconselha o aumento da ingestão de água ou de sumos de fruta natural sem açúcar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

A exposição direta ao sol, principalmente entre as 11 e as 17 horas, é desaconselhada, devendo ainda ser evitadas as atividades desportivas e de lazer no exterior que exijam grandes esforços físicos.

Para viajar devem ser escolhidas as horas de menor calor e os doentes crónicos ou sujeitos a medicação ou dietas específicas devem seguir as recomendações do médico assistente ou do SNS 24.

Para as crianças é recomendado que consumam frequentemente água ou sumos de fruta natural e que permanecem em ambiente fresco e arejado, enquanto as com menos de seis meses não devem estar sujeitas a exposição solar.

A DGS aconselha também a contactar e acompanhar os idosos e outras pessoas que vivam isoladas, devendo ser assegurada a sua correta hidratação e permanência em ambiente fresco e arejado.

Fonte: DGS

HA

Miranda do Douro: Grupo Vila Galé celebrou 40 anos

Miranda do Douro: Grupo Vila Galé celebrou 40 anos

O Grupo Vila Galé celebrou o 40º aniversário, com uma festa comemorativa a 27 de junho, num momento em que o grupo hoteleiro continua a sua expansão, com a construção de 14 novos hotéis, em Portugal e no Brasil, como é o caso do hotel “Mirandum”, na cidade histórica de Miranda do Douro.

Com um percurso iniciado em 1986, no Algarve, o grupo hoteleiro português conta, atualmente com 52 hotéis entre Portugal, Brasil, Cuba e Espanha.

O presidente e fundador, Jorge Rebelo de Almeida, afirmou que o êxito do grupo hoteleiro é o resultado de uma estratégia de “crescimento sustentado, baseada no reinvestimento prudente”.

“Criámos uma marca que fortalece Portugal. 40 anos de uma empresa merecem ser celebrados, sobretudo de uma empresa que humildemente procurou criar valores”, afirmou Jorge Rebelo de Almeida, na sua intervenção no aniversário da marca.

Jorge Rebelo de Almeida destacou, ainda, os valores fundamentais da Vila Galé: “transparência, rigor, isenção, trabalho, persistência, foco, meta e responsabilidade”, que continuam a nortear o grupo quatro décadas depois da sua fundação.

O fundador referiu, também, que este crescimento “nunca foi feito de um dia para o outro. Foi um percurso de 40 anos, sempre com uma lógica: investir em bons destinos, criar hotéis com identidade e reinvestir na qualidade.”

O grupo hoteleiro continua com uma forte estratégia de expansão e vai abrir 14 novos hotéis, em Portugal e no Brasil. As próximas aberturas com a chancela Collection são em Penacova, Miranda do Douro, Golegã, Lisboa, Caxias e ilha Terceira, Açores. Do outro lado do Atlântico, o plano contempla sete novos hotéis distribuídos por São Luís do Maranhão, Coruripe, Brumadinho, João Pessoa e Florianópolis. Em pipeline, encontram-se mais seis projetos.

“Na sua intervenção, o administrador Gonçalo Rebelo de Almeida recordou a missão da Vila Galé: “Decidimos fazer hotéis completos que proporcionem experiências gastronómicas, de entretenimento e lazer, de bem-estar e saúde, que não são apenas espaços para dormir, mas com uma componente cultural e patrimonial”.

“Queremos hotéis que sejam humanos, onde as nossas equipas façam efetivamente parte da nossa distinção. Um atendimento afável e simpático, uma ligação afetiva com os hóspedes, fazem parte das características do nosso ADN”, reforçou Gonçalo Rebelo de Almeida.

Perante os atuais desafios que o sector enfrenta, nomeadamente a escassez de recursos humanos, as alterações climáticas e o contexto geopolítico, o Grupo mantém a sua confiança na capacidade para continuar a crescer de forma responsável e sustentável. “A minha convicção é que, se nos mantivermos fiéis aos nossos princípios e à nossa linha estratégica, conseguiremos enfrentar todos estes desafios”, acrescentou.

O presidente do Grupo Vila Galé não esqueceu quem o acompanhou neste percurso e agradeceu aos mais de cinco mil colaboradores em Portugal, Brasil, Cuba e Espanha, bem como aos profissionais que passaram pela empresa ao longo destes 40 anos.

“As pessoas são e serão sempre fundamentais na vida das empresas e devem ser a nossa prioridade absoluta. As ideias e a vontade de criar e agir são tão ou mais importantes do que o capital”, afirmou.

A celebração contou com actuações da Farra Fanfarra na recepção de convidados, seguindo-se a Orquestra Metropolitana de Lisboa, roda de samba, Cuca Roseta, Friends Jazz Combo, Herman José e Marinna Faya e Banda, que animaram os convidados.

No âmbito das comemorações dos 40 anos, foi lançado um livro de imagens que retrata a história do grupo, bem como uma brochura com sugestões de “40 músicas, 40 filmes, 40 livros”, a que se junta o filme institucional realizado por Leonel Vieira.

Em Miranda do Douro, está a decorrer a construção do Hotel Vila Galé Mirandum.

Fonte: Construir | Imagens: VIla Galé e HA

Apicultura: Federação Internacional das Associações de Apicultores reúne-se em Bragança

Apicultura: Federação Internacional das Associações de Apicultores reúne-se em Bragança

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) acolhe, entre os dias 11 e 13 de julho, a reunião anual da Federação Internacional das Associações de Apicultores (APIMONDIA), trazendo à cidade representantes da principal organização mundial do setor apícola.

“A escolha do Instituto Politécnico de Bragança [IPB] como instituição anfitriã, reflete o reconhecimento do trabalho que tem vindo a desenvolver nas áreas da investigação, inovação e valorização da apicultura, bem como da sua participação ativa em redes e projetos internacionais que têm contribuído para afirmar Portugal no panorama apícola mundial”, justifica o IPB.

A visita reúne os membros da presidência, das comissões científicas e das comissões regionais da APIMONDIA, provenientes de vários países da Europa, bem como dos Estados Unidos da América, Argentina, Tailândia, Ilhas Fiji e outros países.

Segundo a organização, o momento central do programa ocorre a 13 de julho, com uma reunião técnica entre a APIMONDIA, a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP) e as associações portuguesas de apicultores, durante a qual serão debatidos alguns dos principais desafios que atualmente se colocam ao setor, nomeadamente o mercado mundial do mel, a sanidade apícola e o trabalho desenvolvido pela organização no âmbito da Honey Platform da União Europeia.

Fonte: Lusa | Imagem: APIMONDIA

Ambiente: Campanha “Juntos, Protegemos a Nossa Terra” alerta para as alterações climáticas 

Ambiente: Campanha “Juntos, Protegemos a Nossa Terra” alerta para as alterações climáticas 

A Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) está a promover a campanha “Juntos, Protegemos a Nossa Terra”, que visa alertar para os impactos das alterações climáticas e mobilizar a comunidade para a adoção de comportamentos mais sustentáveis e resilientes.

A Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) refere que, depois de várias semanas marcadas por temperaturas elevadas e numa altura em que se prevê mais uma onda de calor para o interior do país, está a promover a campanha de sensibilização “Juntos, Protegemos a Nossa Terra”, uma iniciativa que pretende alertar para os impactos das alterações climáticas e mobilizar a comunidade para a adoção de comportamentos mais sustentáveis e resilientes.

De acordo com Pedro Lima, presidente da CIM-TTM, “as alterações climáticas representam um dos maiores desafios estruturais ao desenvolvimento sustentável do nosso território, com impactos crescentes ao nível ambiental, social, económico e institucional”.

“Precisamos da ajuda e do empenho de toda a comunidade para minorar o seu impacto e proteger o nosso território. Com esta campanha queremos não apenas alertar, mas dotar a população de informação prática sobre como agir”, salientou.

Segundo a CIM-TTM, durante o mês de julho, a campanha é divulgada nas rádios locais, na imprensa regional, nas redes sociais, no espaço público, com uma mensagem: a ação climática depende do envolvimento de todos e cada gesto conta na construção de um território mais resiliente.

“A iniciativa aborda seis áreas fundamentais para o futuro das Terras de Trás-os-Montes: a proteção das pessoas e dos recursos, a gestão eficiente da água, a valorização da agricultura e da floresta, a eficiência energética, as oportunidades associadas à transição climática e a mobilidade sustentável”, explica a CIM.

Sob o mote “Juntos, Protegemos a Nossa Terra”, a campanha pretende reforçar a consciência de que a proteção do território é uma responsabilidade partilhada e que a resposta às alterações climáticas depende da ação conjunta.

A campanha integra um conjunto mais amplo de iniciativas desenvolvidas no âmbito do projeto ECO-SMART TTM, cujos resultados serão apresentados publicamente nas próximas semanas, num momento dedicado à ação climática e ao futuro sustentável das Terras de Trás-os-Montes.

Esta campanha surge no âmbito da candidatura “ECO-SMART TTM – Ação Climática Comum nas Terras de Trás-os-Montes”, financiada pelo Programa Regional Norte 2030, e dirige-se à população dos nove municípios que integram o território.

Fonte: Lusa | Imagem: CIM-TTM

Venezuela: Missão Católica Portuguesa participa em missões de resgate e entrega de bens

Venezuela: Missão Católica Portuguesa participa em missões de resgate e entrega de bens

A Missão Católica Portuguesa da Venezuela, em Caracas, está a participar nas operações após os sismos, implementou “algumas iniciativas de apoio”, como “rotas para salvar vidas e de resgate”, entrega de bens e ativou canais de comunicação.

“Tenho mantido contacto com várias pessoas da comunidade, incluindo elementos do consulado e os nossos fiéis. Infelizmente, muitos enfrentaram perdas familiares e outros viram os seus investimentos desaparecer”, disse hoje o responsável da Missão Católica à Agência ECCLESIA.

O padre Carlos de Abreu, que foi nomeado a 15 de outubro de 2021 e é o primeiro luso-venezuelano a assumir estas funções, explicou que tem partilhado as “tristezas” com as pessoas, o seu “papel, acima de tudo, é escutar e orar, embora sinta que é muito pouco face ao que seria necessário”.

A 24 de junho, ocorreram dois grandes sismos na Venezuela, que causaram até ao momento 1450 mortos e mais de 3 mil feridos e há mais de 50 mil pessoas desaparecidas.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo; dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas, e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

Nas horas seguintes aos sismos, a Arquidiocese de Caracas disponibilizou “centros de acolhimento”, e a Missão Católica Portuguesa deu “início às rotas para salvar vidas e de resgate”, ideia do padre Carlos de Abreu, sacerdote filho de madeirenses da freguesia do Campanário, na Madeira, que também é capelão do Centro Português na capital venezuelana.

“O que estamos a fazer neste momento é levar bens essenciais, água, roupa a todos os estabelecimentos e acampamentos improvisados das pessoas afetadas aqui em Caracas, já que para o acesso ao Estado de Vargas é solicitado uma espécie de cartão. Alegam que não há sistema, outros que a fila é muito longa, e nós, como voluntários já não podemos ir; se tivessem agido nas primeiras 24 horas, as coisas teriam tido outro tipo de resultados”, testemunhou um dos voluntários da Missão Católica Portuguesa.

Vamos continuar a apoiar, porque este é um trabalho diário e é constante. Não são apenas as primeiras 96 horas; é um trabalho que continua por dias, semanas, meses, até estabilizar este momento difícil que a nossa nação atravessa.”

O voluntário da Missão Católica Portuguesa da Venezuela explicou que esta “rota para salvar vidas e de resgate”, na primeira experiência, chegou “a Tanaguarena, um setor bastante afetado e com muito pouca capacidade de ajuda”, naquela altura, “nem uma única máquina estava no local”.

“Nesse resgate, o que conseguimos foi encontrar duas pessoas sem vida, foi feita a extração, e foram colocadas numa zona sem ser possível identificá-las, porque não havia os meios para o fazer, a identificação das residências, pelo menos, e do piso onde se encontravam. A devastação é impressionante, onde os edifícios estão colapsados o cheiro é extremamente forte”, desenvolveu à Agência ECCLESIA.

Neste sentido, lamentou ainda a “desorganização por parte do Estado” dos mantimentos, à roupa, até à acomodação das pessoas, “instaladas em praças, em locais abertos, mas à deriva”.

A Missão Católica Portuguesa na Venezuela na sua conta na rede social Instagram divulgou também um canal de apoio no Whatsapp, para “canalizar ajuda e conectar voluntários com os que mais precisam neste momento”, através do número +58 4123620487.

“Ajude-nos a coordenar, partilhando localizações exatas e necessidades específicas”, é o apelo da Missão Católica Portuguesa criada em 1955, e que tem a sua sede na Ermida de Nossa Senhora de Coromoto (padroeira da Venezuela) e Fátima, desde 1999, em San Bernardino, no centro de Caracas.

A Igreja Católica em Portugal, através da Cáritas, várias dioceses, a Fundação AIS, está a angariar donativos de emergência e dinamizar campanhas solidárias para apoiar a população e a Igreja na Venezuela.

Portugal enviou uma Força Conjunta Nacional de 64 operacionais – ANEPC, da GNR, do INEM e dos Bombeiros Sapadores de Lisboa – e de cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada às populações afetadas pelos sismos, que já se encontra no país sul-americano.

Fonte: Ecclesia | Fotos: Forças Armadas Portuguesas

Vimioso: Novo concurso da ponte Vimioso – Carção lançado no 3º trimestre

Vimioso: Novo concurso da ponte Vimioso – Carção lançado no 3º trimestre

No sítio electrónico da Infraestruturas de Portugal (IP) consta a indicação de que o novo concurso para a construção da ponte Vimioso – Carção vai ser lançado no terceiro trimestre deste ano, ou seja, entre julho e setembro, com um valor base de 45 milhões de euros.

Questionado sobre o lançamento do novo concurso público para a adjudicação da construção da ponte Vimioso-Carção, o presidente do Município de Vimioso, António Santos, expressou alguma frustração pelos sucessivos adiamentos do governo.

“Reconheço que a catástrofe que assolou a região centro do país obrigou o governo a rever algumas prioridades. No entanto, a construção da nova ponte sobre o rio Maçãs também é uma obra muito necessária, para salvaguardar a segurança rodoviária. A par disso, relembro que este investimento vai beneficiar as populações dos concelhos de Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta. Por isso, continuo a insistir junto do Ministério das Infraestruturas e da Infraestruturas de Portugal (IP) para que deem prioridade a esta obra”, reivindicou o autarca vimiosense.


A construção da ponte sobre o rio Maçãs e respetivos acessos implica a execução de 51 expropriações de terrenos, nas freguesias de Vimioso e de Carção. A Infraestruturas de Portugal (IP) já está a executar as expropriações e na freguesia de Vimioso, o presidente, António Fernandes confirmou que os proprietários das parcelas de terrenos já foram contactados e indemnizados pelas expropriações.

“Sim, na freguesia de Vimioso, a Infraestuturas de Portugal (IP) já contatou os proprietários dos terrenos e já foi feito o pagamento pela expropriação, por sinal, um montante bem acima da valor comum dessas parcelas”, confirmou o autarca.

Segundo a Infraestruturas de Portugal (IP), a construção da nova ponte e respetivo viaduto sobre o rio Maçãs vai reduzir em cinco quilómetros a ligação Vimioso-Carção, ou seja, dos atuais 11,7 quilómetros para apenas seis quilómetros.

A IP avança que a nova ponte tem 850 metros de extensão e o pilar mais alto mede 120 metros de altura.

Para além da ponte vai ser construída na margem de Carção, uma variante com 2,9 quilómetros extensão, com vários cruzamentos.

No primeiro concurso, o prazo de execução da obra “EN 218 – Ponte sobre o Rio Maçãs e Acessos” era de 900 dias, ou seja, cerca de dois anos e meio.

HA





Vimioso: Comboio turístico liga o centro da vila às piscinas municipais

Vimioso: Comboio turístico liga o centro da vila às piscinas municipais

Em Vimioso, o comboio turístico já está a realizar viagens diárias e gratuitas, entre o centro da vila e as piscinas municipais, uma iniciativa do município que tem como finalidade a promoção turística, as visitas ao património natural e cultural e o reforço da atividade económica.

Em Vimioso, as viagens do comboio turístico iniciaram-se na tarde de Domingo, dia 29 de maio, com uma viagem desde o centro da vila até às piscinas municipais. De acordo com o presidente do município de Vimioso, António Santos, este investimento faz parte da estratégia municipal de promoção turística da vila e valorização do património natural e cultural.

“A aposta no comboio turístico visa proporcionar aos residentes e aos visitantes uma experiência de passeio diferente e descontraída, aos locais de interesse turístico em Vimioso, como são a atalaia, o santuário de Nossa Senhora da Visitação, o Parque Ibérico de Natureza e Aventura (PINTA) e as piscinas municipais. Nestes meses de verão, há crianças e jovens que não dispõem de meio de transporte diário na deslocação para as piscinas municipais e o comboio turístico, com viagens diárias gratuitas, vem responder a esta necessidade”, justificou o autarca vimiosense.

Em Vimioso, o comboio turístico funciona diariamente, entre as 9h30 e as 20h00. O circuito do comboio turístico parte do Largo de São Sebastião (junto ao Agrupamento de Escolas de Vimioso), inclui paragem na interface rodoviário de Vimioso e termina nas piscinas muinicipais.

“Com esta oferta, o Município de Vimioso pretende promover uma mobilidade mais sustentável, contribuindo para a animação do espaço público e para o reforço da atividade económica local. O custo do investimento com o comboio turístico é de cerca de nove mil euros por mês”, indicou, António Santos.

A autarquia de Vimioso acredita que o comboio turístico pode ser um elemento turístico diferenciador, sobretudo nos meses de verão, durante os quais se regista maior afluência de visitantes, entre os quais os emigrantes.

HA



Meteorologia: Dias quentes e noites tropicais em Portugal

Meteorologia: Dias quentes e noites tropicais em Portugal

A partir de 29 de junho, os distritos do interior do país vão estar sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente e seco, que se vai estender a todo o território continental, avança o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos da Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja ficam sob aviso amarelo, com a temperatura máxima a oscilar, entre os 31 e os 37 graus.

A partir de 30 de junho, este aviso estende-se aos distritos de Bragança e Vila Real e no dia seguinte a todo o território continental.

“Prevê-se um longo período com tempo quente e seco, com a temperatura máxima a atingir valores entre os 40 e os 43 graus no vale do Tejo e Alentejo, no dia 2 de julho. No final da semana, o calor extremos poderá estender-se a outras regiões do país”, avisa o IPMA.

Quanto à temperatura mínima, também vai aumentar nos próximos dias “para valores superiores a 20 graus centígrados”, ficando grande parte do território “com condições de noites tropicais”.

Dada a previsão de temperaturas elevadas, o IPMA indica no boletim meteorológico que “é muito provável que o nível dos avisos seja agravado em vários distritos nas atualizações ao longo dos próximos dias”.

A subida da temperatura deve-se a um anticiclone “localizado a norte/noroeste do arquipélago dos Açores, estendendo-se em crista até ao Golfo da Biscaia” e que a partir de 29 de junho “irá deslocar-se para leste”.

Fonte: Lusa | Imagem: IPMA

Miranda do Douro: Comandante Júlio Miguel integra missão de ajuda à Venezuela

Miranda do Douro: Comandante Júlio Miguel integra missão de ajuda à Venezuela

Natural de Miranda do Douro, Júlio Miguel, atual 2.º Comandante Sub -Regional de Emergência e Proteção Civil de Terras de Trás-os-Montes foi destacado para integrar a Força Operacional Nacional Portuguesa, na missão internacional de apoio e socorro à população da Venezuela, gravemente afetada pelos sismos ocorridos a 24 de junho.

Em comunicado, a corporação dos Bombeiros de Miranda do Douro destaca a dedicação, a competência e o espírito de missão que sempre distinguiram, Júlio Miguel, antigo 2.º Comandante dos Bombeiros de Miranda do Douro.

“Atualmente a desempenhar funções de 2.º Comandante Sub -Regional de Emergência e Proteção Civil de Terras de Trás-os-Montes, ao comandante Júlio Miguel, desejamos-lhe uma missão segura e bem-sucedida. Que Deus te proteja, bem como todos os operacionais que te acompanham, e vos conceda força e coragem para cumprir esta importante missão”, pode ler-se.

Na sequência dos graves sismos ocorridos a 24 de junho, na Venezuela, o Governo de Portugal acionou a Força Conjunta Nacional para apoiar a missão de busca, salvamento e Primeiros Socorros.

“A Cooperação Portuguesa resulta de um esforço de coordenação que envolveu especialmente o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Ministério da Defesa Nacional, o Ministério da Administração Interna e o Ministério da Saúde, reflectindo o compromisso de Portugal com a solidariedade internacional e com o apoio à Venezuela, país onde reside uma significativa comunidade de portugueses e lusodescendentes.”, informa o governo.

A 26 de junho partiram para a Venezuela, dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa, transportando um total de 64 pessoas, entre elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da Guarda Nacional Republicana, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), reunindo capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência.

“Seguiram a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada a apoiar as operações de socorro e assistência às populações afectadas”, indica o governo.

A 24 de junho, os dois grandes sismos registados na Venezuela causaram pelo menos 1430 mortos e 3328 feridos; segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo.

Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

Em Portugal, a Cáritas e várias Dioceses uniram esforços para angariar donativos de emergência.

HA e Ecclesia | Foto: JM

Venezuela: Dioceses portuguesas mobilizam-se para ajudar vítimas dos sismos

Venezuela: Dioceses portuguesas mobilizam-se para ajudar vítimas dos sismos

O bispo de Aveiro, D. António Moiteiro anunciou a realização de um “ofertório extraordinário”, no fim-de-semana de 4 e 5 de julho, nas comunidades católicas da diocese, para a recolha de fundos destinados a ajudar as vítimas dos tremores de terra, na Venezuela.

“Contactei o bispo de La Guaira e descreveu a situação da sua diocese como uma zona muito danificada e sem meios para reconstruir as habitações dos mais pobres. O próprio seminário diocesano ficou destruído, estando inabitável para qualquer uso”, indica D. António Moiteiro, em nota divulgada online.

O responsável católico recordou que o terramoto “destruiu uma vasta zona do país, particularmente nas dioceses de Caracas, Guarenas e La Guaira, onde vive um grupo numeroso de portugueses ou luso venezuelanos e onde a perda de vidas é muito grande”.

O montante recolhido na diocese portuguesa vai ser entregue ao bispo de la Guaira, D. Pablo Modesto Perez, “a fim de mitigar os estragos do sismo e ajudar os que perderam os seus bens”.

Lembro que a nossa diocese de Aveiro tem uma dívida de gratidão para com os nossos irmãos venezuelanos, porque nas últimas décadas do século passado nos ajudaram na construção de várias Igrejas paroquias e de centros sociais paroquiais. Agora é a nossa vez de partilharmos e sermos generosos perante a catástrofe que os meios de comunicação social nos apresentam.”

Já na Diocese de Setúbal, o bispo local anunciou hoje o envio de uma ajuda financeira de 10 mil euros para as vítimas dos sismos.

“Trata-se de um contributo modesto perante a dimensão das necessidades existentes, mas significativo para as possibilidades da nossa Igreja diocesana”, sublinhou D. Américo Aguiar, em comunicado.

O cardeal indicou que o montante visa apoiar as operações de socorro, assistência e o futuro processo de reconstrução das comunidades afetadas.

“A dor torna-se ainda mais próxima ao sabermos que entre as vítimas se encontram cidadãos portugueses e numerosos lusodescendentes, ligados por laços de sangue, de história e de afeto ao nosso país”, escreve D. Américo Aguiar.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros português atualizou hoje para 36 o número de óbitos de cidadãos nacionais ou lusodescendentes, mantendo-se 91 pessoas como desaparecidas ou incontactáveis.

O balanço oficial das autoridades locais regista agora 929 vítimas mortais e 3360 feridos, com a Organização das Nações Unidas a estimar que mais de 50 mil pessoas permaneçam desparecidas.

A 24 de junho, as regiões de Caracas e La Guaira concentram os danos mais severos, com dezenas de edifícios colapsados na sequência dos sismos de magnitude 7,2 e 7,5 na escala de Ritcher.

A Cáritas Portuguesa apelou à solidariedade com a população da Venezuela afetada pelos sismos, assumindo disponibilidade para enviar apoio de emergência através da rede internacional.

“Através da nossa rede internacional, em articulação com a Caritas Internationalis, estamos disponíveis para ajudar e levar apoio da Cáritas Portuguesa nesta situação de emergência a todos os que precisam de ajuda”, indica a organização católica, em nota publicada nas suas redes sociais.

A Caritas Portuguesa diz acompanhar com “cuidado e preocupação” a população da Venezuela.

“Tal como noutras emergências, lembramos que as doações financeiras são a melhor forma de demonstrar solidariedade, uma vez que reduzem os custos e os tempos de gestão e facilitam a resposta às necessidades específicas da população afetada em cada momento”, acrescenta a nota.

Donativos: www.caritas.pt

Multibanco

Ent. 22222

Referência. 222 222 222

Fonte: Ecclesia | Imagem: Caritas Internacional