Ambiente: Especiosa e Sendim recebem esclarecimentos sobre o impacto da instalação de projetos energéticos
Nos dias 5 e 6 de julho, respetivamente, as populações da Especiosa e da vila de Sendim, acolhem o movimento cívico Nordeste Vivo, para a realização de duas sessões de esclarecimento, sobre as consequências ambientais da instalação de projetos eólicos e fotovoltaicos no planalto mirandês.

A Plataforma Nordeste Vivo é um movimento cívico composto por 25 pessoas, de vários setores de atividade, que estão a realizar diligências contra a instalação de parques eólicos e fotovoltaicos no planalto mirandês.
Este movimento foi constituído na sequência dos projetos de hibridização das barragens de Picote, Bemposta, Baixo Sabor e Foz Tua, no distrito de Bragança, para as quais foram anunciados, pela elétrica francesa Engie, parques eólicos e fotovoltaicos de dimensões consideráveis.
Na freguesia de Genísio e Especiosa, pertencente ao concelho de Miranda do Douro, a sessão de esclarecimento “O Nordeste Transmontano não está à venda” decorre na tarde de 5 de julho, às 14h30, no salão de festas da aldeia da Especiosa.
No dia seguinte, na União de Freguesias de Sendim e Atenor, a Plataforma Nordeste Vivo realiza outra sessão de esclarecimento, no salão nobre da freguesia de Sendim, às 21h00, sobre os impactos ambientais dos projetos energéticos.
Em causa, está a pretensão da empresa Engie instalar um parque eólico com 35 aerogeradoes, nma área de quase 6 mil hetares, que compreende a União de Freguesias de Vale de Frades e Avelanoso e a União de Freguesias de Caçarelhos e Angueira, no concelho de Vimioso; e as freguesias de São Martinho de Angueira, União de Freguesias de Constantim e Cicouro e União de Freguesias de Genísio e Especiosa (concelho de Miranda do Douro).
Na União de Frequesias de Sendim e Atenor, contígua à Freguesia de Travanca, no concelho de Mogaduro, está em questão a instalação de um projeto fotovoltaico de grandes dimensões.
HA