Mogadouro: História destaca o empreendedorismo dos mogadourenses

Mogadouro: História destaca o empreendedorismo dos mogadourenses

No decorrer do XI Festival Terra Transmontana, a igreja da Misericórdia, em Mogadouro, acolheu a 26 de julho, a palestra “Mogadouro: de vila centenária a jovem cidade”, tendo a historiadora, Maria Alegria Marques, dado a conhecer que o desenvolvimento desta localidade se deve à mentalidade “liberal e empreendedora” das suas gentes.

A vereadora da cultura do município de Mogadouro, Márcia Barros, explicou que em cada edição do Festival Terra Transmontana é importante fazer uma referência ao tema.

«Este ano, com a elevação de Mogadouro a cidade, no dia 13 de março de 2025, o tema escolhido para o festival foi “Mogadouro; de vila centenária e jovem cidade”. Para fazer uma retrospectiva histórica e diacrónica deste percurso histórico, social, económico e cultural, o município de Mogadouro convidou a professora Maria Alegria Marques para uma palestra inserida no programa do XI Festival Terra Transmontana”, justificou.

Na palestra, Maria Alegria Marques, licenciada em História e doutorada em História da Idade Média, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde é professora catedrática, começou por destacar que Mogadouro é uma localidade milenar.

“A existência de gravuras na pedra, mamoas ou antas demonstra que esta região já é habitada há milhares de anos”, disse.

Referindo-se Idade Média, a também membra do Centro de História da Sociedade e da Cultura, explicou que Mogadouro, sendo uma terra de fronteira, viveu períodos de tensão e permanente conflito com o reino vizinho de Castela e Leão (Espanha).

“A primeira referência ao castelo de Mogadouro foi no reinado de Dom Sancho I, em 1258. E o primeiro foral foi concedido em 1272. Mais tarde, no século XVII, entre 1640 e 1668, o reino de Portugal enfrentou 28 anos de guerrilha com Espanha, na chamada Guerra da Sucessão”, indicou.

Na exposição sobre Mogadouro, a historiadora referiu-se à família “De Távora”, uma família nobre, natural de Trancoso, proprietária de grandes áreas de terra, no norte do país.

“D. Luís de Távora, em 1557 fundou uma obra secular de misericórdia em Mogadouro. Posteriormente, em 1620, iniciou-se a construção do convento de São Francisco, obra concluída em 1687. Mais tarde, em 1758, o Marquês de Pombal começou a perseguir a família Távora, que foi sujeita a tortura, suplício e humilhação pública antes de serem decapitados e os seus corpos reduzidos a cinzas. Os seus bens regressam à posse da coroa e em Mogadouro, os bens nunca foram restituídos”, contou.

Segundo Maria Alegria Marques, no século XIX houve mudanças estruturais na política, com destaque para a passagem da monarquia absolutista para a monarquia constitucional, o que permitiu a mudança de mentalidades, com o surgimento do liberalismo, do progresso e do lazer.

Sobre a atualidade, a historiadora destacou que Mogadouro, sendo um territórios do interior de Portugal, tem sabido adaptar-se aos novos tempos, com a modernização da agricultura, a indústria agropecuária, as novas indústrias, o desenvolvimento dos serviços e a cooperação transfronteiriça.

“A recente elevação de Mogadouro a cidade é o reconhecimento do desenvolvimento desta localidade. Mogadouro esta apetrechada de infraestruturas fundamentais como as habitações, rede viária, edifícios públicos adequados, economia dinâmica, serviços de saúde, educação, cultura, ambiente, segurança, lazer e aglomerados populacionais (aldeias) humanizados”, descreveu.

Quanto ao futuro de Mogadouro, a historiadora, Maria Alegria Marques, afirmou que “o futuro constrói-se”.

“Mogadouro é uma terra milenar, onde as suas gentes têm sabido aproveitar os recursos naturais, históricos e culturais para construir o futuro”, concluiu.

HA

Mogadouro: “O Festival Terra Transmontana é uma amostra do potencial turístico do concelho” – António Pimentel

Mogadouro: “O Festival Terra Transmontana é uma amostra do potencial turístico do concelho” – António Pimentel

Nos dias 25, 26 e 27 de julho, o centro histórico de Mogadouro foi o palco do XI Festival Terra Transmontana, um evento cultural e gastronómico que este ano evocou a recente elevação a cidade e de acordo com o presidente do município, António Pimentel, é uma amostra da história, tradições e do potencial turístico do concelho.

Na abertura oficial do Festival Terra Transmontana, o presidente do município de Mogadouro, António Pimentel, realçou o tema do evento deste ano, que foi dedicado à recente elevação a Cidade.

“Em 2023, lançámos o desafio de elevar Mogadouro à categoria de cidade e felizmente, passados dois anos, em março de 2025, conseguimos este feito extraordinário e histórico. Dada a crescente importância do Festival Terra Transmontana, na dinamização da zona histórica de Mogadouro, o tema deste ano foi precisamente a elevação a cidade”, começou por dizer o autarca mogadourense.

Sobre o festival, António Pimentel, indicou que é uma amostra do património histórico, das tradições locais, produtos endógenos, gastronomia, artesanato, etnografia, música e da beleza natural do concelho.

“O desenvolvimento de concelhos do interior e a fixação da população não é uma tarefa fácil. O turismo é um dos setores que queremos desenvolver e para isso continuamos a trabalhar para atrair investimento privado, que leve a cabo a construção de um hotel na cidade de Mogadouro. Para facilitar este empreendimento, o município adquiriu o antigo edifício do ministério da agricultura, para que aí se possa construir uma nova unidade hoteleira”, avançou.

Ainda no âmbito hoteleiro, o autarca mogadourense indicou que estão pensados outros investimentos para o concelho de Mogadouro. António Pimentel indicou o eco-resort nos Lagos do Sabor, o reaproveitamento de um projeto hoteleiro na direção de Miranda do Douro e a reabilitação das antigas escolas primárias do concelho, para alojamentos de turismo locais e a consequente dinamização das aldeias.

“Quando estes vários projetos estiverem concluídos, acredito que Mogadouro vai oferecer condições atrativas para a estadia regular, de cada vez mais turistas e visitantes na cidade e no concelho”, disse.

Entre os visitantes do XI Festival Terra Transmontana, o casal de espanhóis, Paco Alijas e Tamara Guerrero, vieram de Salamanca até Mogadouro.

“Viemos passar uns dias de férias em Portugal e nesta viagem de Salamanca em direção ao litoral português, passamos por Mogadouro. Nesta estadia de fim-de-semana, no parque de campismo, fomos informados da realização do Festival Terra Transmontana na zona histórica e viemos visitar o evento. Dada a proximidade de Salamanca a Portugal, gostamos muito de descobrir o que há neste lado da fronteira”, disseram.

Por sua vez, o casal de emigrantes, Rita e Jean Claude Curdy, vieram de Bordéus (França), onde vivem há 32 anos, parar gozar uns dias de férias, em Mogadouro.

“É a segunda vez que visitamos o Festival Terra Transmontana, em Mogadouro. Gostamos muito desta iniciativa de dinamizar o centro histórico, com a animação musical e os vários espaços para degustar alguns dos petiscos tradicionais e comprar produtos como o azeite, os produtos hortícolas e o fumeiro”, disse.

Também de França, Patrick Cancouêt, presidente da localidade de Groslay, localidade francesa geminada com Mogadouro, disse apreciar em particular a predominância agrícola desta jovem cidade, do planalto mirandês.

“Tal como nós, em Grolays (França), o concelho de Mogadouro também é predominantemente agrícola, sendo que aqui há mais culturas de sequeiro, como os olivais e amendoais. As geminações são oportunidades de encontro, de descoberta das diferenças e de enriquecimento mútuo, pois propiciam as trocas comerciais e o turismo”, disse o autarca francês.

O Festival Terra Transmontano decorreu no fim-de-semana de 25, 26 e 27 de julho. Ao longo dos três dias, o programa apresentou aos cerca de 15 mil visitantes um conjunto de atividades na envolvência do castelo templário, construído no século XII.

HA

Sociedade: «Férias são um tempo de dignidade do ser humano» – LOP

Sociedade: «Férias são um tempo de dignidade do ser humano» – LOP

A Liga Operária Católica (LOP) e Movimento de Trabalhadores Cristãos defende que as férias e o descanso “estão intimamente ligados à dignidade do ser humano”.

“As férias e os descansos semanais estão intimamente ligados, não têm um papel marginal na vida dos homens e mulheres, mas fazem deles seres com dignidade. São Paulo VI dizia que as férias devem ser um tempo de descanso vigilante. Devem ser um período proveitoso em que a interrupção do ritmo de trabalho habitual possa favorecer o silêncio interior e o recolhimento”, assinala a LOC/MTC num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

“As férias não devem ser como o desligar e ligar um disjuntor todos os dias, como normalmente o fazemos com os nossos telemóveis, mas antes para parar, ajustar, cultivar a palavra e, porque não, meditar e fazer oração, que nos ajude a limpar os lixos acumulados (alguns tóxicos) de um ano de trabalho que nos cansam o corpo e a alma”, acrescenta.

Considerando o tempo de descanso que de forma geral se vive, a Liga sublinha a possibilidade de flexibilizar as férias, permitindo “dialogar entre trabalhadores, as chefias e até com as entidades patronais, no sentido de ambas as partes ficarem satisfeitas”.

“A sociedade necessita de todo o tipo de trabalho e muitas vezes nem dá conta que se serve dele todos os dias. Lembramos aqui o trabalho doméstico, sempre esquecido do restante trabalho e o trabalho por conta própria. Normalmente são trabalhos mal remunerados, indispensáveis, pouco declarados e acarinhados”, lamenta.

O MTC afirma que a pobreza está a afetar muitos trabalhadores que “têm de pagar renda mensal ou prestação ao banco pela casa onde vivem” e estão “com o coração nas mãos”.

“Estas prestações mensais aumentaram de forma assustadora e o crescimento dos salários não acompanhou a inflação dos preços habitacionais e dos artigos de primeira necessidade. Daí que muitos trabalhadores não consigam ausentar-se do seu meio para o gozo, merecido, das suas férias e muito menos recorrer ao crédito para o fazer. Outros vão ocupar o tempo de férias a trabalhar, em horas extraordinárias, mal remuneradas e raras vezes declaradas”, indicam.

A LOC/MTC indica as férias como “um bem que emerge do Criador”, reafirma o Domingo sem trabalho desnecessário, e convida a valorizar o trabalho “não remunerado” correspondendo àquele realizado em casa que contribui para o bem estar das famílias e do quotidiano.

Fonte e foto: Ecclesia


Economia: Investimento hoteleiro cresce apesar da incerteza

Economia: Investimento hoteleiro cresce apesar da incerteza

No primeiro semestre de 2025, o investimento hoteleiro em Portugal somou 331 milhões de euros, mais 33% do que no mesmo período do ano passado, apesar da incerteza económica e geopolítica, segundo consultoras do setor.

A Cushman & Wakefield (C&W), a JLL, a CBRE e a Savills traçaram um retrato globalmente positivo do mercado hoteleiro português, com todos os indicadores a apontarem para uma manutenção do dinamismo no segundo semestre.

“O apetite pelo investimento em hotelaria em Portugal continua estável, atendendo aos volumes de investimento verificados”, afirmou Gonçalo Garcia, ‘head of hospitality’ da Cushman & Wakefield, destacando que, em 2025, já foram concluídas transações de grande dimensão, como os hotéis Anantara Vilamoura e Cascais Miragem.

Segundo a JLL, que reporta um total de 331 milhões de euros em ativos hoteleiros transacionados no primeiro semestre (+33% face ao período homólogo), os números confirmam “o contínuo interesse dos investidores no setor e refletem a robustez do mercado turístico português”, nas palavras de Augusto Lobo, responsável pela área de capital markets.

Também a CBRE projeta que o investimento hoteleiro em 2025 supere os 600 milhões de euros, acima do valor registado em 2024, segundo José Maria Coutinho, ‘Head of Research’.

O responsável da consultora sublinha ainda que “71% do investimento continua a ser assegurado por investidores internacionais” e destaca que “Portugal surge, pela primeira vez, no topo das preferências dos investidores europeus”, de acordo com o inquérito anual realizado pela CBRE.

De acordo com o líder da área de capital markets da Savills, Pedro Simões, o setor hoteleiro representou cerca de 20% do volume total de investimento imobiliário em 2024, o que corresponde a aproximadamente 486 milhões de euros, num total de 2,4 mil milhões de euros. E as estimativas para 2025 apontam para “uma fatia crescente”, com um aumento homólogo de 16% no primeiro semestre.

“As projeções para o segundo semestre mantêm-se promissoras, antecipando-se um desempenho ligeiramente superior ao do ano anterior, sustentando a forte tração do setor”, sustentou Pedro Simões.

Este interesse reflete a atratividade do mercado português, num contexto de crescimento sustentado do turismo, impulsionado, em grande parte, pelo aumento do número de visitantes norte-americanos, com elevado poder de compra.

Apesar da conjuntura internacional marcada pela guerra das tarifas e da incerteza geopolítica, o mercado hoteleiro nacional continua, assim, a captar investimento, apoiado numa procura sólida.

Em relação ao portfólio de projetos em desenvolvimento (pipeline) de novos hotéis, a Cushman & Wakefield contabiliza cerca de 110 projetos com inauguração prevista para os próximos três anos, sendo que 30 destas unidades deverão abrir portas durante o segundo semestre de 2025. A grande maioria dos projetos são hotéis de 4 e 5 estrelas (37% e 45%, respetivamente.

Questionado se estavam a notar adiamentos devido ao atual cenário de incerteza económica, o responsável da C&W rejeitou essa tendência. “Não temos conhecimento de projetos hoteleiros que tenham sido cancelados por motivos imputados ao mercado, ou falta de confiança na dinâmica turística. Verificam-se sim atrasos de projetos, muitos deles devido aos processos de licenciamento que acabam por se arrastar para além dos planos iniciais”, apontou.

A JLL avança com um total de 115 projetos em desenvolvimento, dos quais 71 em construção, e um ‘pipeline’ de 12.172 quartos dos quais mais de metade (56%) em construção.

Já a CBRE confirmou a abertura de 25 unidades (cerca de 2.800 quartos) este ano e prevê a inauguração de pelo menos mais 11 até ao final do ano. A consultora assinala que não têm “registados nem adiamentos nem cancelamentos nos projetos hoteleiros”, embora existam “atrasos nas fases de licenciamento e construção”.

A Savills destaca que “o ‘pipeline’ mantém-se robusto para os próximos dois anos”, com Lisboa a liderar como a cidade com mais quartos em desenvolvimento ( 3.300), seguindo o Algarve (3.000) e o Porto e a Região Norte (2.000).

Fonte: Lusa


Vimioso: Detido suspeito de furtos em casas e estabelecimentos comerciais

Vimioso: Detido suspeito de furtos em casas e estabelecimentos comerciais

Um homem de 38 anos, foi detido em Vimioso, por suspeita de furtos em residências e estabelecimentos comerciais, informou a Guarda Nacional Republicana (GNR).

Em comunicado, a GNR refere que o homem foi detido “no âmbito de uma investigação relacionada com a ocorrência de múltiplos furtos em residências e em estabelecimentos comerciais que decorria há cerca de cinco meses”.

A mesma fonte dá ainda conta de que “os militares da Guarda realizaram diligências de investigação que resultaram no cumprimento de dois mandados de busca domiciliária e cinco mandados de buscas em veículos”.

A operação culminou na detenção do suspeito e na apreensão de uma máquina florestal, avaliada em 40 mil euros, quatro veículos, três telemóveis, entre outros materiais e “centenas de documentos de aquisição de bens e serviços”.

Segundo a GNR, o detido tem já antecedentes criminais pela prática de ilícitos semelhantes cometidos em todo o território nacional.

O suspeito foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal de Miranda do Douro.

Fonte: Lusa | Foto: GNR

Oração

XVII Domingo do Tempo Comum

Oração

Génesis 18,20-32; Salmo 137 (138); Colossenses 2,12-14; Lucas 11,1-13

Como nos relacionamos com Deus? Comunicamos com Ele? Sentimos necessidade de falar com Ele sobre a nossa vida, as nossas inquietações, dúvidas, alegrias e tristezas? Estamos interessados em escutar o que Deus tem para nos dizer? Como se processa o nosso diálogo com Deus? É sobre estas questões que a Palavra de Deus deste Domingo nos fala.

Na primeira leitura o patriarca Abraão dirige-se ao Deus que veio visitá-lo e dialoga com Ele. Abraão expõe a Deus as suas inquietações, as suas dúvidas, as suas questões, num diálogo respeitoso, mas também frontal, sincero, confiante.

Deus responde de forma franca às perguntas de Abraão e partilha com ele os planos que tem para o mundo e para os homens. É um diálogo honesto e verdadeiro de amigos que têm apreço um pelo outro e que se interessam pelo que o outro pensa e sente. Esta “conversa” pode ser modelo da nossa oração, do nosso diálogo com Deus.

Na segunda leitura Paulo, dirigindo-se aos cristãos da cidade de Colossos, recorda-lhes o papel e o lugar de Cristo no projeto salvador de Deus em favor dos homens; e convida-os a serem coerentes com os compromissos que assumiram no dia em que escolheram caminhar com Cristo.

No Evangelho Jesus conta aos discípulos a sua experiência de Deus e mostra-lhes como devem falar com Deus. Convida-os a verem Deus como um pai bom e cheio de amor, sempre disponível para escutar os seus filhos; pede-lhes que, quando falarem com esse Pai, procurem perceber e acolher os projetos que Ele tem para o mundo e para os homens; sugere-lhes que se entreguem nas mãos desse Pai e que confiem n’Ele incondicionalmente. Assim, cada momento de oração será uma experiência inolvidável de intimidade, de familiaridade e de comunhão.

Fonte: Dehonianos | Imagem. Flickr

Miranda do Douro: Terronha organiza 1º Torneio de Futebol de 5

Miranda do Douro: Terronha organiza 1º Torneio de Futebol de 5

De 27 de julho a 3 de agosto, o Campo de Jogos da Terronha, em Miranda do Douro, é o recinto do 1º Torneio de Futebol de 5, uma competição desportiva que este ano é organizada pela comissão de festas local e que põe em jogo equipas dos concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso.

“Este I Torneio de Futebol de 5 vem colmatar a ausência do tradicional torneio de Futebol da Terronha, que é realizado no verão. Dada a grande importância que a população do bairro dá a esta prova desportiva, a comissão de festas em honra de São Judas Tadeu decidiu continuar a organizar o torneio, para não perder este legado histórico da cidade”, justificou Daniel Flaire.

De acordo com a organização, as inscrições das equipas para o torneio decorrem até 25 de julho e têm um preço de 100 bolas. Para obter mais informações sobre a competição e realizar a inscrição das equipas deve-se contatar o número 962 044 804.

“Até ao momento já há sete equipas inscritas: Freguesia de Miranda do Douro; União de Freguesias de Ifanes e Paradela; Hotel Cardoso; Mogadouro; Spot Salão; Sol e Sombra; e Vimibombas”, indicou a organização.

O sorteio dos jogos está agendado para sexta-feira, dia 25 de julho, às 21h30, no café Sol e Sombra, em Miranda do Douro.

Como sucede todos os anos, os jogos de futebol de 5 vão realizar-se diariamente, de 27 de julho a 3 de agosto, a partir das 20h30, no Campo de jogos da Terronha.

Segundo a organização, a receita angariada com as inscrições das equipas destina-se aos prémios para os três primeiros classificados do Torneio de Futebol de 5.

O evento desportivo é organizado pela Comissão de Festas da Terronha e conta com os apoios institucionais da Freguesia e do Município de Miranda do Douro.

HA

Barrocal do Douro: XVIII Encontro de Barrocalenses reúne os antigos “Barragistas”

Barrocal do Douro: XVIII Encontro de Barrocalenses reúne os antigos “Barragistas”

A povoação do Barrocal do Douro, no concelho de Miranda do Douro, acolhe este sábado, dia 26 de julho, o XVIII Encontro de Barrocalenses, uma iniciativa anual que visa proporcionar o convívio entre a população local e os antigos habitantes desta localidade, construída na década de 1950, para albergar os trabalhadores da Barragem de Picote.

Odete Pinto, da organização do Encontro dos Barrocalenses, informou que este convívio anual insere-se na festa religiosa em honra da padroeira do Barrocal do Douro, Santa Bárbara.

“No sábado, a festa começa às 18h00 com a celebração da missa solene em honra de Santa Bárbara, seguida da procissão. Às 20h30 há um jantar convívio e ao serão está programada animação musical com o grupo NV3”, informou.

No Barrocal do Douro, a organização do XVIII Encontro de Barrocalenses é feita por quatro mulheres: Alda Carvalho, Avelina Pala, Marta Pala e Odete Pinto, sendo que já estão inscritas cerca de 170 pessoas.

“Há barrocalenses que vivem no Alentejo, Madeira, Porto, Lisboa. Braga, Régua, entre outras localidades do país. As pessoas e famílias que vêm participar neste encontro anual ficam alojadas nas suas casas, na casa de familiares ou na pousada do Barrocal do Douro, indicou.

O XVIII Encontro dos Barrocalenes conta com os apoios institucionais do Município de Miranda do Douro, da Freguesia de Picote e da empresa Movhera, concessionária da barragem de Picote.

O presidente da Freguesia de Picote, Jorge Lourenço, informou que atualmente, vivem no Barrocal do Douro cerca de 40 pessoas. Sazonalmente, aos fins-de-semana e/ou nas férias, outros barrocalenses regressam a esta localidade edificada junto à Barragem de Picote.

“O empreendimento hidroelétrico de Picote foi o primeiro a ser construído no Douro Internacional, durante o processo de eletrificação do país. Para albergar os cerca de quatro mil trabalhadores (e suas famílias) que participaram na construção da barragem de Picote, entre 1953 e 1958, foi também construída uma nova aldeia, denominada Barrocal do Douro”, contou o autarca.

Naquela época, esta nova localidade foi pioneira já que oferecia infraestruturas e serviços, inacessíveis à maioria da população. Entre estas infraestruturas e serviços destaque para as habitações para os operários, casas para os engenheiros e funcionários administrativos, posto médico, centro comercial, padaria, cineteatro, igreja, piscina e uma pousada.

Dado o elevado valor arquitetónico destes edifícios, considerados um extraordinário exemplo de urbanismo e arquitetura modernistas portugueses dos anos 50, o completo habitacional de Picote ficou conhecido por “Moderno Escondido”.

Sendim: Abutres do Douro organizam XXV Concentração Motard

Sendim: Abutres do Douro organizam XXV Concentração Motard

No fim-de-semana de 25, 26 e 27 de julho, a antiga estação ferroviária da vila de Sendim, no concelho de Miranda do Douro, é o local de encontro da XXV Concentração Motard, um evento anual organizado pelo motoclube “Abutres do Douro”.

Segundo o programa, a concentração dos motociclistas inicia-se na tarde de sexta-feira, dia 25 de julho, com a abertura das inscrições, o jantar e a animação musical proporcionada pelos grupos locais “Triângulo”, “Pica Trilha” e o “DJ Motard Ginjo”.

No sábado, dia 26 de julho, alguns dos destaques para os motociclistas são os jogos tradicionais, as exibições de freestile e a atuação musical do grupo “Os Red”.

Finalmente, no Domingo, dia 27, está programado um passeio matinal de moto, seguido do almoço e concentração encerra com a entrega das lembranças aos motociclistas.

A XXV Concentração Motard é organizada pelo motoclube “Abutres do Douro”, (uma associação constituída em 1998) e conta com os apoios institucionais do Município de Miranda do Douro, da União de Freguesias de Sendim e Atenor, da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sendim e da Rádio Motard FM.

HA

Palaçoulo: Monjas Trapistas convidam jovens para «Semana Vocacional» de 1 a 8 de agosto

Palaçoulo: Monjas Trapistas convidam jovens para «Semana Vocacional» de 1 a 8 de agosto

As monjas trapistas do Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja, em Palaçoulo, desafiam as jovens portuguesas a conhecer o estilo de vida monástico, durante uma semana de férias, que decorre de 1 a 8 de agosto.

“As jovens, com idades entre os 18 e os 40 anos, são convidadas a passar uns dias de férias, na hospedaria do Mosteiro e a refletirem sobre as suas vocações”, lê-se num comunicado.

De acordo com a superiora do mosteiro, irmã Giusy Maffini, este é «um convite às jovens das 21 dioceses de Portugal que desejam começar ou aprofundar um caminho de discernimento vocacional” através do qual “também propomos a nossa vida monástica como possível resposta ao desejo de consagração ao Senhor», salienta.

A comunidade trapista de Palaçoulo mostra-se disponível a partilhar o seu dia-a-dia de oração e de trabalho, segundo a regra de São Bento e disponibiliza quartos da hospedaria, de forma gratuita.

As interessadas em participar na “Semana Vocacional” podem consultar a página www.trapistaspalacoulo.pt, escrever um e-mail (chamamento@trapistaspalacoulo.pt) ou ligar para o número: 910 909 588.

Fonte: Ecclesia | Vídeo: Monjas Trapistas