Fauna: GNR inicia ações de fiscalização ao exercício da caça

Fauna: GNR inicia ações de fiscalização ao exercício da caça

A Guarda Nacional Republicana (GNR) iniciou a 18 de agosto, as ações de fiscalização ao exercício da caça, que vão decorrer até 28 de fevereiro de 2025, para prevenção, deteção, repressão e investigação de situações em desconformidade com as normas legalmente definidas.

Denominada Operação Artémis, a intervenção da GNR é de planear, coordenar e executar, “em todo o território nacional”, as ações de fiscalização ao exercício dos atos venatórios, à semelhança do trabalho realizado em 2023.

Em comunicado, a GNR reforçou que a caça é um recurso natural renovável que, de acordo com a legislação atual, é objeto de uma política específica e de medidas especiais de proteção e conservação, visando a gestão dos recursos cinegéticos.

A operação de fiscalização vai ser realizada através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), que integra a GNR na qualidade de polícia ambiental, e tem como objetivo “observar o respeito pelas medidas de proteção e conservação dos recursos cinegéticos, tendo em vista a sua gestão sustentável”.

De acordo com a GNR, esta operação caracteriza-se pela realização de ações de sensibilização e cooperação no âmbito das atividades relacionadas com o ato venatório, bem como ações de fiscalização ao exercício da caça.

“Na abertura da caça no terreno ordenado é necessário ter uma especial atenção às espécies cinegéticas, meses e limite diário de abate, elencadas no Calendário Venatório Época Venatória 2024-2025”, avisou esta força de segurança.

Conforme previsto na legislação, a época venatória nos terrenos ordenados inicia-se no terceiro domingo de agosto, pelo que este ano será dia 18 de agosto, terminando a 28 de fevereiro de 2025.

“A época venatória de espécies cinegéticas de caça maior, tais como, o javali, veado, gamo, corço e muflão, em terrenos ordenados, iniciou a 1 de junho de 2024, terminando em 31 de maio de 2025”, informou a GNR.

Nos terrenos não ordenados, o calendário previsto é de 06 de outubro a 29 de dezembro deste ano.

Através do SEPNA, a GNR tem como prioridade estratégica a defesa dos valores naturais e ambientais numa perspetiva de “alcançar uma melhor segurança e bem-estar para os seres humanos e biodiversidade”.

Fonte: Lusa

Saúde: Doentes internados em casa aumentaram quase 20%

Saúde: Doentes internados em casa aumentaram quase 20%

Quase 5.900 doentes foram internados em casa no primeiro semestre do ano, mais 19,5% comparativamente ao mesmo período do ano passado, permitindo reduzir a demora média de internamento e aliviar os hospitais em 54.135 dias de internamento.

Os dados foram avançados pelo Coordenador do Programa Nacional de Implementação das Unidades de Hospitalização Domiciliária nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, Delfim Rodrigues.

Nos primeiros seis meses do ano foram avaliados 14.049 doentes, mais 8,7%, e internados em casa 5.882, mais 19,5%.

“Com mais segurança e qualidade as equipas conseguiam reduzir a demora média de internamento para 9,2 dias, menos 4,9%” e os dias de internamento realizados e poupados aos hospitais totalizaram 54.135, mais 14,5%, salientou Delfim Rodrigues.

Fazendo um balanço do programa lançado em 2018, que já permitiu o internamento de 41.305 doentes em casa (considerando a fase piloto), disse que tem revelado “uma grande consistência” no seu desenvolvimento, fundamentalmente, em torno de três variáveis: Acesso, qualidade e segurança, eficiência.

Em termos do acesso, “o número de doentes observados, tratados, tem subido”, e, relativamete à qualidade e segurança, diminuiu a taxa de mortalidade expectável para 1,8%, bem como das taxas de infeção e de internamento quando comparado com os internamentos hospitalares.

“A eficiência significa que tratamos mais doentes, com mais acesso, mais qualidade e segurança e com menos despesa para o SNS, e, por conseguinte, para os contribuintes”, salientou.

Delfim Rodrigues assinalou o aumento do número de doentes admitidos nos serviços de urgência dos hospitais com hospitalização domiciliária que são encaminhados diretamente para o internamento no domicílio (19,1%).

Os internados em casa provenientes da consulta externa representam 36% e mais de 32% foram admissões diretas, sem passar pelo hospital, com referência dos médicos de Medicina Geral e Familiar.

Os doentes estão permanentemente vigiados e monitorizados (telemonitorização, telemedicina, contacto telefónico), sendo que se ocorrer algum problema, o doente ou familiar pode contactar imediatamente a equipa.

“Em cerca de 3.300 das situações, os médicos e os enfermeiros tiveram que se deslocar ao domicílio do doente fora do horário de rotina”, representando um aumento de 9%.

Já o número de visitas da equipa a casa dos doentes totalizou 70.997 e os contactos não presenciais 32.940.

Segundo Delfim Rodrigues, o número de camas de hospitalização domiciliária também subiu: “É como se tivéssemos construído de raiz um hospital de 352 camas”, o que representaria uma despesa de investimento de cerca de 450 milhões euros, enquanto neste modelo o investimento é de cerca de 20 milhões de euros.

Todos os hospitais do país têm unidades de hospitalização domiciliária, à exceção de Braga e Beja que deverão arrancar em setembro, sendo o “grande objetivo” conseguir, em 2026, internar em casa 50 mil doentes (cerca de 5% do total de doentes hospitalizados).

Cerca de 90% dos doentes são candidatos a esta forma de tratamento, “com menos custos, mais qualidade, mais segurança e mais acessibilidade, porque pode não haver cama no hospital, mas as pessoas, independentemente da qualidade da casa, da qualidade da cama, têm sempre cama em casa”.

Até final de junho, a taxa de eficiência, na relação receita custos diretos, correspondeu a 51,2%, cerca de 9,5 milhões de euros, valor que os hospitais que têm autonomia e capacidade podem aplicar “em termos de investimento como entenderem”.

“O programa tem revelado enorme sucesso, fruto da elevada qualidade técnica e humana de todos os profissionais envolvidos. É o único programa do SNS que de forma constante consolida níveis de oferta cada vez superiores de atividade, aliviando num período particularmente difícil, a atividade interna dos hospitais”, rematou.

Fonte: Lusa

A amizade, a bondade e o amor alimentam-nos

XX Domingo do Tempo Comum | Último Dia da Semana Nacional de Mobilidade Humana

A amizade e a bondade alimentam-nos

Prov 9, 1-6 / Slm 33 (34), 2-3.10-15 / Ef 5, 15-20 / Jo 6, 51-58

Sentar-se à mesa com outros é muito mais do que comer. Partilhar mesa é reconhecer que há laços que nos unem, que há cumplicidade. Por isso era tão comum que as alianças, entre pessoas ou nações, se consumassem com refeições. Os jantares de Estado e os copos de água são hoje resquícios desta cultura da mesa.

Quando Jesus nos convida a estar com Ele, pede-nos que nos sentemos à mesa com Ele e que o comunguemos, algo que parece uma loucura. Pede-nos que acreditemos que Deus nos ama de tal forma que se faz alimento palpável. Pede-nos que nos sentemos a uma mesa que não é para os puros e sábios, onde há lugar para os que sabem pouco ou quase nada, como nos diz o Livro dos Provérbios na primeira leitura. É para os que andam perdidos que o Senhor vem e se faz alimento.

Nós alimentamo-nos de muito mais do que comida. A presença bondosa e benquerente de outros é também alimento. É por isso que na segunda leitura ouvimos São Paulo apelar a que façamos boas escolhas, que não nos percamos pelo caminho dos prazeres imediatos, mas que dediquemos a nossa vida a dar graças a Deus em todo o lugar, a aproveitar bem o tempo que nos é dado, pois é daqui que brota a vida.

O alimento que desce do Céu, Jesus Cristo, alimenta para sempre. A amizade, a bondade, o amor, o agradecimento, estes alimentos ficam. Tudo o resto acaba por passar, não dura mais que um instante e uma vez digerido, precisamos de mais. Uma palavra bondosa, um sorriso levam em si uma graça sem fim, que nos pode alimentar e consolar toda uma vida.

Para alguns de nós, é difícil reconhecer Jesus no dia a dia. Mas Ele está presente e não cessa de se dar. Guardemos o final dos nossos dias para reconhecer a luz recebida nesse dia, todos os gestos de bondade. E preparemos o nosso coração para o acolher, este domingo, no nosso interior, pedindo, no momento em que comungamos, que Ele sacie as nossas fomes de reconhecimento e sedes de prazer, que nos sacie com o seu Amor e nos envie ao mundo como alimento para os outros.

Fonte: Rede Mundial de Oração do Papa

Cinema: “Podia ter esperado por agosto” no miniauditório

Cinema: “Podia ter esperado por agosto” no miniauditório

No sábado e Domingo, dias 17 e 18 de agosto, o filme “Podia ter esperado por agosto”, que retrata as peripécias numa aldeia no interior do país e é realizado pelo humorista, César Mourão, vai ser exibido no miniauditório, em Miranda do Douro.

Nesta comédia romântica, César Mourão interpreta a personagem Xavier, um sacristão nas horas vagas que ajuda a mãe a distribuir bolos e que está apaixonado por Laura (Júlia Palha).

Xavier guarda o número de telemóvel de Laura num pedaço de papel. Mas em vez de mandar uma mensagem de WhatsApp à sua amada, para averiguar se é correspondido ou não, desabafa com o seu companheiro de sacristia, Julião (Kevin Dias), o sofrimento que é ter de esperar pelo mês de agosto, para reencontrar Laura, que ao longo do ano vive em Lisboa e só vai à aldeia no verão, para visitar o avô Armindo (Manuel Cavaco).

Com a ajuda de Julião, Xavier decide cometer uma loucura por amor e espalham pela aldeia que o avô de Laura morreu, o que obriga Laura a antecipar a sua vinda até à aldeia…

O filme tem uma duração de 120 minutos.

HA

Cultura: CCDR-N financia projeto de promoção da Língua Mirandesa

Cultura: CCDR-N financia projetos de promoção da Língua Mirandesa

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) vai aplicar 300 mil euros em projetos e atividades culturais de agentes não profissionais ou profissionais não apoiados pelo Estado, entre os quais três iniciativas de promoção da língua mirandesa, promovidas por associações locais de Miranda do Douro.

Em comunicado, a CCDR-N explica estar em causa o programa Norte Pontual, “aprovado em 100% para 2024” e relativamente ao quais “os financiamentos serão executados integralmente até final do ano”.

“De um total de 304 candidaturas, são contemplados apoios diretos, de vocação complementar, a 132 projetos culturais e apoios indiretos a 54 bandas filarmónicas ou de música tradicional (correspondentes, neste caso, ao financiamento do valor de IVA pago na aquisição de equipamentos)”, descreve aquela entidade.

Nos projetos apoiados, destacam-se as áreas disciplinares da música (40 candidaturas aprovadas), do livro e leitura (24), das artes visuais (12), do teatro (12), do cinema e multimédia (11) e da cultura popular (10), descreve a CCDR-N.

Na literatura, “estão apoiados projetos de reedição da obra de Teixeira de Pascoaes e da edição da poesia inédita do poeta vimaranense Guilherme de Faria (1907-1929), um dos mais desconhecidos dos poetas neoromânticos lusitanistas, promovidas pela editora independente Officium Lectionis”.

Nesta área, é ainda apoiada “a publicação inédita de “Camilo Castelo Branco visto pelos seus Contemporâneos”, da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

A isto, soma-se o apoio a “um livro infantojuvenil sobre o Alto Douro Vinhateiro Património Mundial, da autoria de Eduarda Freitas”.

Entre os projetos contemplados, estão “três iniciativas vocacionadas para a promoção da língua mirandesa, promovidas por associações locais de Miranda do Douro, e um para a valorização dos rituais ancestrais de Bemposta, em Mogadouro, da Maschocalheiro”.

Na música, são apoiadas as iniciativas “com luz verde” a organização do MUMI – Músicas do Minho de 2024, a realizar na Eurocidade Tui – Valença.

O mesmo acontece ao laboratório musical “Guimarães Choral Lab 2024”.

Ambos têm lugar em setembro, assim como a gravação dos novos trabalhos discográficos do coletivo musical Mão Morta, “Viva La Muerte, no contexto dos 40 anos da banda, e do jovem cantautor transmontano BIÉ”.

No domínio do cinema e da fotografia, serão apoiadas, entre outras, as produções de filmes documentais sobre a Mina da Borralha, em Montalegre, e sobre uma aldeia da serra de Montemuro, bem como os encontros “RE.VER 03 – fotografia e expansão” da associação alto-minhota de animação audiovisual Ao Norte.

Nas artes plásticas e visuais, há financiamento para “uma intervenção original de arte pública na Quinta de São Gens (sede da Unidade de Cultura da CCDR NORTE), em Matosinhos, proposto pelo coletivo RUÍDO”.

No teatro, o apoio é atribuído ao LÍNGUA – Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias, iniciativa do barcelense Teatro de Balugas.

“O conjunto dos projetos selecionados neste concurso dá-nos uma imagem muito expressiva da vitalidade e diversidade culturais e criativas surpreendentes do Norte, garantidas por um extenso tecido de entidades independentes, emergentes ou tradicionais, muito pouco apoiadas”, refere o vice-presidente da CCDR-N para a Cultura, Jorge Sobrado, citado na nota de imprensa.

O responsável notou que, apesar do aumento do montante colocado a concurso (uma subida de cerca de 100 mil euros relativamente a 2023), seria de “reconhecer que o setor cultural e artístico do Norte justifica maior suporte no futuro”.

O Norte Pontual apoia projetos em todos os espaços intermunicipais da Região Norte: 38 por cento dos projetos apoiados concentram-se na Área Metropolitana do Porto, 15 por cento no Douro, 14 por cento em Trás-os-Montes, 10 por cento no Cávado e outro tanto no Ave, seguidos Tâmega e Sousa, Alto Minho e Alto Tâmega.

O concurso para 2025 será lançado até novembro deste ano.

Fonte: Lusa

Política: MCTM denuncia boicote aos despachos do anterior governo sobre IMI

Política: MCTM denuncia boicote aos despachos do anterior governo sobre IMI

O Movimento Cultural da Terra de Miranda (MCTM) acusou a Autoridade Tributária (AT) de uma nova tentativa de isentar a EDP de pagar o IMI das barragens, boicotando os três despachos emitidos pelo anterior governo que ordenaram a cobrança.

“A Autoridade Tributária (AT) fez uma nova tentativa de livrar a EDP do pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) das barragens, boicotando os três despachos do anterior secretário Estado dos Assuntos Fiscais, Nuno Santos Félix”, explicou Graciano Paulo, membro do Movimento Cultural da Terra de Miranda (MCTM, que engloba os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso.

A afirmação deste membro do MCTM sustenta-se no facto de a AT estar a exigir aos municípios provas do valor dos custos dos equipamentos e da construção das barragens, acrescentando que estas entidades não têm competência para a possuir nem poderes para o obter.

Graciano Paulo acrescentou ainda que “esses dados só podem ser fornecidos pela EDP, que construiu as barragens, e que estranha que a AT não os tenha solicitado às concessionárias, EDP e Movhera.”

Segundo este porta-voz do MCTM, “a lei fiscal obriga as concessionárias a fornecer toda essa informação à Administração Tributária e, em caso de incumprimento, esta tem poderes para aceder de imediato a toda a ela, pelo que é absurdo estar a exigi-la aos municípios”.

Graciano Paulo acrescenta ainda que “esta avaliação só será válida se se fundamentar nos dados fornecidos pelas concessionárias, e que será juridicamente invalidada caso se sustente em dados fornecidos pelas autarquias, que legalmente não têm nenhuma competência para esta matéria”.

O MCTM considera “muito suspeito” este comportamento da AT “e entende que não se trata apenas de um erro jurídico grave, mas de um comportamento destinado a frustrar a cobrança do IMI das barragens”.

“Este é o segundo erro do mesmo tipo, depois de a AT ter feito a primeira tentativa de avaliação dos centros eletroprodutores com exclusão dos equipamentos, o que viria a conduzir a anulação destas avaliações. Está em curso um esquema tático com o mesmo fim”, rematou Graciano Paulo.

Os membros que integram o MCTM exigem ainda ao Governo, “que obrigue a AT a cumprir a lei e exige também aos municípios que exerçam os seus poderes jurídicos de ação, como titulares da receita fiscal do IMI”, acrescentando que “os responsabilizará em caso de falta do pagamento deste imposto.

No início de julho, o MCTM alertava que o Governo poderia estar a promover “um apagão fiscal” com a alteração ao código do IMI relativo à avaliação das barragens.

“Caso o Governo avance com a alteração legislativa, há uma forte probabilidade de se verificar um apagão fiscal. Todo o IMI de anos anteriores relativo à transação das barragens desaparecerá. Assim, o anúncio do senhor ministro das Finanças [Joaquim Miranda Sarmento] será um grande negócio para as concessionárias, porque encerra em si mesmo um verdadeiro apagão deste imposto sobre as barragens”, indicou naquela altura Graciano Paulo, membro do MCTM.

O Governo anunciou no final de junho que vai criar um grupo de trabalho para chegar a uma “solução técnica e estrutural” para alterar o código de IMI relativo à avaliação das barragens.

O objetivo é que este grupo de trabalho apresente uma solução para alterar o código de IMI por forma a estabelecer regras claras para a avaliação de aproveitamentos hídricos, explicou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.

No início de maio, os municípios de Mogadouro, Miranda do Douro, Torre de Moncorvo e Carrazeda de Ansiães, pediram junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela a impugnação da avaliação feita pela AT às barragens do Feiticeiro, Baixo Sabor e Foz Tua, considerando estarem subvalorizadas.

Fonte: Lusa

Ambiente: Dois incêndios destroem 2.672 hectares – ANEPC

Ambiente: Dois incêndios destroem 2.672 hectares – ANEPC

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) classificou o incêndio que assolou os concelhos de Vimioso e Miranda do Douro, como o maior registado desde janeiro, com uma área ardida provisória de 2.182 hectares de terreno.

Também o incêndio que deflagrou no Parque Natural de Montesinho (PNM), em Soutelo e Carragosa, destruiu uma área de cerca de 490 hectares de terreno, sendo o segundo maior registado este ano.

Estes dois incêndios que deflagraram no distrito de Bragança foram combatidos por 1.246 bombeiros.

No fogo que deflagrou na União de Freguesias de Caçarelhos e Angueira, em Vimioso, estiveram envolvidos ao longo de três dias cerca de 625 operacionais que foram apoiados por 207 veículos, 11 máquinas de rasto e 17 meios aéreos portugueses e espanhóis.

Apesar do “ataque musculado” o fogo acabou por alastrar a São Martinho de Angueira e Cicouro, localidades do concelho de Miranda do Douro, causando sobressalto nestas aldeias raianas, dada a intensidade das chamas e as mudanças repentinas do vento.

Este incêndio chegou a ser dado como dominado ao início do dia de domingo, mas acabou por sofrer um “forte reacendimento”.

O comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Terras de Trás-os-Montes, João Noel Afonso, disse na altura que o incêndio “teve um forte reacendimento, e que foi combatida uma frente com grande intensidade”.

Este incêndio entrou “em fase de vigilância” ao final do dia de segunda-feira, dia 12 de agosto.

Já no incêndio do Parque Natural de Montesinho estiveram envolvidos 621 operacionais, 217 veículos quatro maquinas de rastos e 12 meios aéreos.

Segundo João Noel Afonso, neste incêndio um principais entreves na luta conta a chamas foi o facto de o fogo se encravar numa escarpa profunda, sem possibilidade de acesso aos meios de combate.

Fonte oficial da GNR disse que para já todos elementos disponíveis “são provisórios”, justificando “que é necessário dividir a área ardida em floresta, agrícola e mato, remetendo para o final da semana dados oficiais deste dois incêndios no Nordeste Transmontano.

Fonte: Lusa

Elevação de Maria

Assunção da Virgem Santa Maria (Solenidade)

Elevação de Maria

Ap 11, 19a; 12, 1-6a.10ab / Slm 44 (45), 10.11.12.16 / 1 Cor 15, 20-27 / Lc 1, 39-56

Do alto da cruz, Jesus diz a Maria: «Mulher, aqui tens o teu filho». Em seguida, diz a João: «Filho, aqui tens a tua mãe». Desde esse momento, João e Maria tornaram-se uma família, casa para todos os amigos de Jesus. Anos mais tarde, Maria parte para o Céu de forma misteriosa, afirmando a tradição da Igreja que a Virgem Mãe foi assunta em corpo e alma.

A Assunção de Nossa Senhora em corpo e alma ao Céu, dogma da Igreja que hoje celebramos, confirma-nos em dois pontos basilares da fé: o desejo mais profundo do Senhor é que todos estejamos com Ele; que Maria se encontra junto da Trindade e intercede por nós junto do Filho, para que este alcance do Pai as graças que com esperança pedimos e de que tanto precisamos.

Porque tememos e sofremos tanto nas nossas vidas? Porque confiamos tão pouco no nosso Deus? Aprendamos com Maria, como nos relata o Evangelho de hoje, a sair de casa e a partir apressadamente até junto daqueles que amamos, que precisam de nós, que partilham esta terra connosco. Aprendamos com Maria a dar graças a Deus porque nos ama, nos escolhe e conta connosco. E rezemos com ela: «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu salvador».

Maria é a primeira pessoa que o Evangelho põe em movimento. É a primeira a deixar-se mover pelo Evangelho. Olhando-a, não restam dúvidas sobre o que o Evangelho é: levar Jesus aos outros, ficar com eles e partilhar a alegria.

Fonte: Rede Mundial de Oração do Papa

Miranda do Douro: Espanhóis, turistas e emigrantes visitam a feira de artesanato

Miranda do Douro: Espanhóis, turistas e emigrantes visitam a feira de artesanato

A cidade de Miranda do Douro tem registado uma maior afluência de visitantes espanhóis, de turistas e emigrantes que aproveitam as férias de verão para visitar a cidade, almoçar nos restaurantes, fazer compras no comércio local e na feira de artesanato que decorre até ao dia 18 de agosto.

A Famidouro decorre de 9 a 18 de agosto, na avenida Aranda del Duero, em Miranda do Douro.

Neste mês de agosto, um dos motivos de interesse na cidade de Miranda do Douro é a XXVI Famidouro – Feira de Artesanato e Multiatividades, onde participam cinquenta artesãos, com peças em madeira, pele, burel, ourivesaria, cutelaria, entre outros artigos.

Na bijuteria, a artesã, natural de Águas Vivas, Daniela Alves, participa pelo terceiro ano consecutivo, na Famidouro. Neste evento, a jovem artesã tem em exposição vários tipos de brincos, feitos com argila de polímero; e peças em aço banhado a ouro, como colares, pulseiras e anéis.

“O certame deste ano começou calminho, mas a partir de 13 de agosto registou uma maior afluência de pessoas, entre os quais espanhóis, emigrantes e alguns clientes portugueses”, disse.

Dada a sua experiência noutras feiras de artesanato, nomeadamente na cidade do Porto, onde afluem muitos turistas, Daniela Alves, sugeriu à organização da Famidouro uma maior aposta na animação de rua durante o dia, como por exemplo, com músicos ao vivo.

Na cutelaria, o artesão, Ângelo Torrão, natural de Sendim, tem em exposição facas de cozinha e navalhas artesanais.

“São peças trabalhadas manualmente, uma a uma, na forja, sem recurso a moldes e os cabos de maderia são feitos com matéria-prima desta região, as madeiras de carrasco e do bucho. As pessoas que fazem compras neste certame procuram produtos e artigos originais e de inquestionável qualidade”, disse.

Do lado do público, Pilar Fernandez veio de Ledesma (Salamanca) até Miranda do Douro, para visitar a zona histórica da cidade e degustar a gastronomia mirandesa. Nesta visita à cidade, a visitante espanhola aproveitou para conhecer a Famidouro – Feira de Artesanato e Multiatividades.

“Na feira apreciei sobretudo a doçaria tradicional e o mobiliário artesanal”, disse.

Já o turista português, Júlio Gonçalves, que veio de Pombal, acompanhado da esposa e dos dois filhos, gozar férias em Trás-os-Montes, disse que em Miranda do Douro, gosta particularmente da arquitetura das casas na zona histórica da cidade e da beleza das arribas do rio Douro.

A XXVI Famidouro – Feira de Artesanato e Multiatividades decorre até Domingo, dia 18 de agosto e é uma iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Miranda do Douro (ACIMD).

HA

Miranda do Douro: Teresinha Landeiro, Carlão e Nininho vão animar as Festas da Cidade

Miranda do Douro: Teresinha Landeiro, Carlão e Nininho vão animar as Festas da Cidade

De 12 a 18 de agosto, a cidade de Miranda do Douro está em festa, num programa cujos destaques são os concertos musicais Teresinha Landeiro, Carlão, Nininho Vaz Maia e na tarde de Domingo a festa culmina com a celebração religiosa em honra de Santa Bárbara.

As Festas da Cidade são organizadas pela Comissão de Festas em honra de Santa Bárbara e o programa iniciou-se a 12 de agosto, com a Pool Party – Festa da Juventude, na piscina municipal.

Para esta quarta-feira, dia 14 de agosto, está programada uma animação de rua, protagonizada pelo grupo de percussão Porbatuka.

No fim-de-semana de 16, 17 e 18 de agosto, os destaques da festa são os concertos musicais, que vão decorrer no Largo do Castelo, em Miranda do Douro.

Assim, no serão de sexta-feira, dia 16, a Banda Sense antecede o concerto de Teresinha Landeiro.

No sábado, o Grupo Kapital e Carlão vão animar a noite na cidade de Miranda do Douro.

No Domingo, dia 18 de agosto, a festa em honra de Santa Bárbara tem o ponto alto, às 16h00, com a missa e a procissão em honra de Santa Bárbara. À noite, o grupo Midnes e Nininho Vaz da Maia encerram as festividades.

De 9 a 18 de agosto, decorre simultaneamente na cidade de Miranda do Douro, a XXVI Famidouro – Feira de Artesanato e Multiatividades, que este ano reúne meia centena de artesãos e outros expositores.

As Festas da Cidade de Miranda do Douro são coorganizadas pela Comissão de Festas em Honra de Santa Bárbara, o Município de Miranda do Douro, a Freguesia de Miranda do Douro e a ARJM, sendo que a produção é da responsabilidade da empresa AG3.

HA