Pandemia: Portugal com 133 concelhos acima de risco muito elevado de infeção

Portugal tem 133 concelhos acima de risco muito elevado de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, dos quais 21 no nível de risco máximo, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os concelhos com mais de 960 casos de infeção por 100 mil habitantes, nos últimos 14 dias, são:

Águeda, Alfandega da Fé, Anadia, Barrancos, Carregal do Sal, Condeixa-a-Nova, Covilhã, Faro, Ferreira do Zêzere, Gouveia, Guarda, Lagoa, Loulé, Mira, Ourém, Pinhel, Portimão, São Brás de Alportel, Sousel, Tomar e Vila Nova de Paiva.

Em risco muito elevado encontram-se agora 112 concelhos, com uma incidência entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes, mais 43 comparativamente ao último balanço.

Além dos 133 municípios acima do risco muito elevado, há atualmente 93 concelhos com uma taxa de incidência cumulativa a 14 dias entre 240 e 479,9 casos por 100 mil habitantes, ou seja, no nível de risco elevado.

Com uma incidência entre 120 e 239,9 casos por 100.000 habitantes há atualmente 52 concelhos.

Os únicos concelhos portugueses com incidência inferior a 20 casos por 100.000 habitantes são agora Freixo de Espada à Cinta e Santa Cruz das Flores, que não contabilizaram quaisquer novos casos nos últimos 14 dias.

Na nota explicativa dos dados por concelhos, divulgados no boletim epidemiológico da DGS, é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Portugal registou mais 24 mortes associadas à covid-19, o número mais elevado desde março, mais 4.644 infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 e uma ligeira redução dos internamentos, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico diário da DGS contabiliza hoje 943 pessoas internadas, menos nove do que na quinta-feira, das quais 147 estão em unidades de cuidados intensivos, menos 11 nas últimas 24 horas.

A incidência de infeções com o vírus SARS-CoV-2 voltou a aumentar a nível nacional, passando para os 525,5 casos por 100 mil habitantes, enquanto o índice de transmissibilidade (Rt) diminuiu ligeiramente para 1,07.

Fonte: Lusa

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