Pandemia: Incidência em Espanha baixa para 3.267 casos por 100.000 habitantes

A incidência dos contágios de covid-19 em Espanha baixou para 3.267 casos por 100.000 habitantes, notificados nas últimas duas semanas, segundo o Ministério da Saúde espanhol.

A velocidade dos contágios diminuiu de 3.381 (24 de janeiro) para 3.267 (25 de janeiro) por 100.000 habitantes, notificados nas últimas duas semanas.

As comunidades autónomas com maior velocidade de contágios são as da Catalunha (5.142), Múrcia (5.094) e Aragão (4.780).

Os serviços sanitários informaram que 114.877 novos casos da doença nas últimas 24 horas e o número de mortos associados foi de 382 pessoas durante o mesmo período.

O total de casos de covid-19 notificados no país desde o início da pandemia, há dois anos, é agora de 9.395.767 e já morreram 92.376 pessoas devido à doença.

O número de doentes hospitalizados diminuiu para 19.314 (eram 19.617 a 24 de janeiro), o que corresponde a 15,5% da ocupação de camas hospitalares, encontrando-se 2.204 pacientes nas unidades de cuidados intensivos (2.261) que ocupam 23,3% das camas desses serviços.

A pressão hospitalar, medida através da percentagem de ocupação de camas de doentes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos, é maior nas comunidades da Catalunha (42,9%) e de Aragão (33,8%).

As comunidades autónomas com maior velocidade de contágios são as da Catalunha (5.142), Múrcia (5.094) e Aragão (4.780).

A Comissão de Saúde Pública espanhola recomendou hoje que os adultos já vacinados devem esperar cinco meses até receberem a dose de reforço, no caso de terem apanhado a doença.

A 05 de janeiro último a mesma entidade tinha reduzido para quatro semanas o período de tempo que tinha de decorrer entre a infeção e a dose de reforço aos adultos que previamente tinham as duas doses da vacina.

A decisão foi nessa altura muito questionada por especialistas, especialmente imunologistas, que a consideraram de um “absurdo imunológico”.

Por outro lado, as crianças que ainda não tenham recebido uma vacina, devem receber uma única dose oito semanas depois de terem apanhado a doença, e não quatro semanas depois como até agora.

A covid-19 provocou 5.602.767 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

Fonte: Lusa

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