Palaçoulo: Recomeço das obras do Mosteiro de Santa Maria, Mãe da Igreja

As obras de construção do mosteiro de Santa Maria, Mãe da Igreja, em Palaçoulo, recomeçaram a 3 de janeiro e vão prolongar-se por vinte meses, até setembro de 2023, data em que o mosteiro estará concluído, informou a superiora das Monjas Trapistas.

De acordo com a Irmã Giusy Maffini, Superiora da comunidade das Irmãs Trapistas, do mosteiro de Santa Maria, Mãe da Igreja, em Palaçoulo, a empresa a quem foi atribuída a obra já está a preparar o estaleiro para iniciar, a 3 de janeiro, os trabalhos de escavações dos alicerces.

Recorde-se que numa primeira fase, foi construída a hospedaria, onde atualmente vivem as Monjas Trapistas. Quando o mosteiro estiver construído, as Monjas passarão a viver no mosteiro e a hospedaria destinar-se-á aos hóspedes e visitantes.

Também os trabalhos de construção da estrada que liga a aldeia de Palaçoulo ao futuro mosteiro (que está a ser construído no lugar do Alacão) foram retomadas em novembro. De acordo com a superiora da comunidade Trapista, as obras de construção da estrada contemplam agora a construção do muro nas bermas da estrada e a colocação de uma nova camada de brita.

No decorrer das obras e por causa da circulação dos camiões, o alcatrão só será colocado após a conclusão da obra do Mosteiro de Santa Maria, Mâe da Igreja, que se prevê para setembro de 2023.

“A obra de construção do Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja vai demorar 20 meses”, indicou a Irmã Giusy .

Passado um ano da chegada das monjas trapistas a Portugal e a Palaçoulo, a religiosa disse a adaptação está a correr bem.

“Graças a Deus, estamos a receber muita amizade e benevolência das pessoas desta região. E também há um grande interesse pelo nosso trabalho, quer na confeção de doces, quer na manufatura de objetos religiosos, como os terços, disse.

Para além do trabalho, a superiora das Monjas Trapistas adiantou que a comunidade está a espera de novas vocações.

“Começamos a perceber como é a vida neste lugar e pedimos ao Senhor que nos dê novas vocações”, disse.

Este é o segundo inverno que a comunidade das dez monjas trapistas está a viver em Palaçoulo. Sobre o frio que se faz sentir no planalto mirandês, a Irmã Giusy disse que este ano a casa de acolhimento onde vivem, já está habitada e portanto está mais aconchegante.

A respeito da partida de Dom José Cordeiro para a arquidiocese de Braga, a superiora das Monjas Trapistas disse ficar um pouco triste pela partida do bispo, que tem um papel importante na fundação do Mosteiro de Santa Maria, Mãe da Igreja, em Palaçoulo.

“Que a partida de Dom José Cordeiro seja um bem para a Igreja portuguesa. E estou confiante que o nosso bispo vai continuar a ajudar-nos a edificar este mosteiro”, concluiu.

HA


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A casa de Deus é uma casa aberta a todos e nasce da generosidade e do trabalho de quem, como as Monjas Trapistas, acredita nesta obra.

O mosteiro não é só a casa das Monjas Trapistas, é também uma igreja particular inserida no contexto de uma Igreja peregrina: é para todo o povo de Deus.

As Monjas Trapistas agradecem a todos os que desejam apoiar na construção do Mosteiro de Santa Maria Mãe da Igreja, porque acreditam no valor desta obra para a Igreja e para o mundo.

Pode ajudar as Monjas Trapistas de Palaçoulo de muitas maneiras. Pode contribuir com:

  • uma doação para a conta
  • uma quota tijolo (€ 10,00)
  • ofertas de máquinas para trabalho ou fornecimento de materiais de construção: equipamentos para a cozinha, máquinas industriais para a lavandaria.

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