Bragança-Miranda: Bispo designa equipa diocesana para Sínodo 2023

O bispo de Bragança-Miranda designou o Secretariado Permanente do Conselho Pastoral Diocesano, como a equipa responsável pela consulta sinodal para a assembleia mundial de bispos de 2023, convocada pelo Papa Francisco.

O Vaticano anunciou a realização da 16ª assembleia geral do Sínodo dos Bispos, em outubro de 2023, um ano depois do que estava inicialmente agendado, precedido por um processo inédito de consulta, com assembleias diocesanas e continentais.

A abertura do percurso do Sínodo de 2023 acontece no Vaticano, sob a presidência do Papa, nos próximos dias 9 e 10 de outubro, e em cada diocese católica, a 17 de outubro, sob a presidência do respetivo bispo.

Estas celebrações dão início à “fase consultiva” da 16ª assembleia geral do Sínodo dos Bispos, a partir de um documento preparatório, um questionário e um vademécum com propostas de consulta em cada diocese.

O Vaticano determina que cada bispo nomeia um responsável ou uma equipa diocesana para a consulta sinodal; cada Conferência Episcopal deve fazer o mesmo.

Além da equipa diocesana da consulta sinodal para a XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, D. José Cordeiro nomeou como diretor do IDEP (Instituto Diocesano de Estudos Pastorais) o padre António Joaquim Rodrigues Magalhães, que tem como diretora-adjunta Maria de Fátima Lourenço Pimparel.

O padre José Manuel Pereira Ribeiro Gomes foi designado como presidente da Comissão Diocesana de Arte Sacra e Bens Culturais.

A assembleia de 2023, convocada pelo Papa Francisco, tem como tema “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”.

A Secretaria-Geral do Sínodo dos Bispos fala numa “modalidade inédita” de preparação deste encontro mundial, que visa possibilitar “a escuta real do Povo de Deus e garantir a participação de todos no processo sinodal”.

As conclusões de cada diocese vão ser enviadas à respetiva Conferência Episcopal, para redação de uma síntese que deve chegar ao Vaticano antes de abril de 2022.

Os contributos alargam-se aos organismos da Cúria Romana, Universidades, Faculdades de Teologia, Uniões de Superiores e Superioras Gerais de Institutos Religiosos, Federações de Vida Consagrada e movimentos internacionais de leigos.

A Secretaria-Geral do Sínodo, que recebe as sínteses dos contributos, procede à redação do primeiro ‘Instrumentum Laboris’ (instrumento de trabalho) antes de setembro de 2022.

Ecclesia | OC

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