Mogadouro: Concerto de ópera ao ar livre

No sábado, dia 6 de agosto, o anfiteatro do parque de Mogadouro vai ser o palco de um concerto de ópera, ao ar livre, interpretado pelos músicos do projeto “Ópera na academia e na cidade”, que tem por missão descentralizar e levar a ópera às populações mais afastadas dos centros de produção artística.

De acordo com o maestro Ferreira Lobo, o concerto do próximo sábado, dia 6 de agosto, promovido pelo município de Mogadouro, tem como programa as grandes aberturas de ópera e os coros, obras impactantes e bem conhecidas do público.

“Os coros são escritos por Giuseppe Verdi e as aberturas são de vários compositores, E o nosso propósito é levar este repertório operático ao público que está mais longe dos grandes centros de produção artística”, indicou.

Este é já o segundo concerto que o projeto “Ópera na Academia e na Cidade” realiza em Mogadouro, após o concerto de música de câmara, realizado na Igreja matriz.

“O concerto do próximo sábado, dia 6 de agosto, tem uma dimensão maior e vai ser realizado no anfiteatro do parque de Mogadouro, ao ar livre, de modo a permitir a afluência de um maior número de espetadores”, adiantou.

Segundo o maestro Ferreira Lobo, o público de Mogadouro está habituado à tradição musical, em particular às bandas filarmónicas, e por isso, adere com entusiasmo aos concertos.

O Concerto Operático “Aberturas e Coros de Ópera” tem um duração de, aproximadamente, 1h 10 minutos.

“Ao longo do concerto vão ser interpretados temas como a ‘Casa Ladra”, de Rossini, o ‘Orfeu nos Infernos’, de Jacques Offenbach, ‘As alegres comadres’ de Windsor, “O Morcego’, de Strauss e uma série de coros de Verdi, entre os quais se inclui o célebre coro dos Escravos da Ópera de “Nabuco’”, informou.

O projeto “Ópera na Academia e na Cidade” tem a sua sede no Porto, e é constituído por uma orquestra e o coro, envolvendo cerca de 80 pessoas.

“É uma estrutura profissional que produz ópera”, disse.

Atualmente, o diretor artístico do projeto, é o maestro José Ferreira Lobo, que desenvolveu a sua carreira em Portugal e no estrangeiro e nos últimos anos tem-se dedicado à realização e descentralização de concertos de ópera.

O maestro Ferreira Lobo coordena também, o projeto “Ópera no Património” financiado com verbas do Horizonte 2020, que congrega municípios com património muito significativo, classificado pela Unesco, onde decorrem os eventos.

HA

Deixe um comentário