Miranda do Douro: Gás natural vai chegar a mais de mil habitações

O concelho de Miranda do Douro já tem gás natural, após a Sonorgás – Sociedade de Gás do Norte, concluir a construção da Unidade Autónoma de Gaseificação (UAG), que entrou em funcionamento no sábado, dia 25 de junho, permitindo abastecer mais de mil habitações através de uma rede de distribuição domiciliária com cerca de 12 km de extensão.

Com um investimento de 2,2 milhões de euros, esta infraestrutura foi inuagurada num cerimónia oficial na Câmara Municipal de Miranda do Douro, liderada pela presidente Helena Barril.

“Este é mais um passo no cumprimento do nosso compromisso com o interior do país. Com este investimento e estas infraestruturas, passamos a garantir o acesso ao Gás Natural, proporcionando condições para gerar impactos positivos e reais na economia e no desenvolvimento regional. O Gás Natural é uma alternativa energética mais económica e mais limpa, o que permite às famílias um maior nível de poupança”, destaca Eduardo Viana, presidente-executivo da Sonorgás, citado num comunicado.

A presidente da Câmara de Miranda do Douro, Helena Barril, realçou a importância que o gás natural vai trazer à cidade e ao concelho de Miranda do Douro.

“A implementação no concelho de Miranda do Douro de uma Unidade Autónoma de Gás é uma espécie de motor de arranque para novas oportunidades para a indústria e para os consumidores particulares”, vincou a autarca social-democrata.

Para Helena Barril, o investimento feito no concelho de Miranda do Douro pela Sonogás “é muito significativo”, acrescentando que é de “louvar uma empresa transmontana a investir no Nordeste Transmontano”.

O Grupo Dourogás esteve na génese do processo que tornou possível a chegada do gás natural ao interior norte do país: primeiro às grandes cidades, como Chaves, Bragança e Vila Real, e depois a áreas de menor densidade demográfica, como Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Régua, Santa Marta de Penaguião, Mogadouro, Alfandega da Fé, Vinhais, Vimioso e outras.

Algumas regiões do país, sobretudo as que estão mais afastadas do litoral, são servidas de gás natural a partir de UAG, unidades que estão desligadas da rede de transporte de gás (operada pela REN), mas que recebem gás liquefeito em camiões-cisterna, fazendo localmente a regaseificação antes de injetar o gás natural na rede de distribuição ao consumidor final.

HA

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